Arquivo mensal: abril 2015

SÃO JOÃO, AGRESTE PERNAMBUCANO

Cidade de São João Pernambuco

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE SÃO JOÃO CAPACITA MONITORES DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO

A Secretaria através do Programa Mais Educação vem trabalhando na qualidade do ensino no município, nos dias 07 e 10 de Abril, na Escola João de Assis Moreno, capacitou todos os monitores que atuarão no primeiro semestre de 2015.

Coordenadora Marleide (blusa verde) Foto: PMESJ

Coordenadora Marleide do PNAIC (blusa verde)
Coordenadora Geral do PMESJ, Neuza Leite. Foto: PMESJ

A capacitação contou com parcerias dos Programas PNAIC e Alfabetizar com Sucesso, Marleide Soares e Edileuza Mattos coordenadoras dos respectivos programas que capacitaram 28 monitores de Orientação de Estudos e Leitura. O Coordenador do Programa Atleta na Escola, Professor/facilitador do PME da Escola João de Assis Moreno, Jailson Ferreira, capacitou 16 monitores de Esporte e Lazer, todos na manhã do dia 07 de Abril.

Dia 10, no Auditório da Escola João de Assis, um novo encontro com a presença de todos os monitores das mais diversas oficinas, 83 ao total, a manhã foi pautada na ética em sala de aula, forma de avaliação, monitoramento das turmas, 100% de alfabetização, reduzir a repetência e erradicar a evasão, melhorar o IDEB, planejamento 2015 no geral, tendo a condução da Coordenadora Geral do Município, Neuza Leite e professores coordenadores, Jailson Ferreira, Augusto Reges e Adna Ramos.

Coordenadores e Monitores. Foto: PMESJ

Coordenadores e Monitores
(Orientação de Estudos e Leitura). Foto: PMESJ

Educação autônoma no Projeto Âncora

EDUCAÇÃO

by Vanessa Cancian

Sem aulas e sem divisão por idade, escola em Cotia promove educação pautada na integração e na autonomia 

Fundado em 1995 pelo austríaco Walter Steurer e localizado em Cotia, na grande São Paulo, o Projeto Âncora tornou-se, em 2011, uma escola autônoma. Sob a tutoria do educador José Pacheco, o espaço não tem muros altos, salas com carteiras enfileiradas, uniformes e sinais de aviso para as trocas de aulas e para o intervalo. Isso acontece porque lá a educação não segue o modelo tradicional. Não há divisão de tempo cronometrada entre as diferentes disciplinas.

Não temos aulas, não temos séries, não temos crianças divididas por idade, mas temos muitas outras coisas e para chegar à autonomia é preciso muita organização”, conta Edilene Morikawa, coordenadora pedagógica do projeto. Segundo ela, o trabalho no Âncora é pautado nos princípios de respeito, solidariedade, afetividade, honestidade e responsabilidade. São esses valores que regem o cotidiano da aprendizagem no local.

As turmas da escola são formadas por crianças de diferentes idades. Todos ensinam e aprendem de forma mútua e o conhecimento chega de maneira integrada, democrática e autônoma, o que torna a escola um exemplo de modelo educacional inovador. Quem não conhece, se assusta com a organização e a leveza do ambiente. Entrar na escola significa entrar em contato com a superação de conceitos que ainda predominam no setor educacional. O projeto Âncora aponta como devem ser educadas nossas crianças. A reportagem do Portal NAMU pode acompanhar uma visita de educadores ao local. Os guias que explicaram o funcionamento das diferentes partes do projeto foram alunos de 9 anos. Com muita simpatia, eles conduziram dois diferentes grupos de pessoas nesse universo escolar tão agradável e diferente.

Como funciona?

A escola dentro do projeto Âncora foi fundada dentro da categoria particular filantrópica. Hoje, ela atende 180 crianças de baixa renda que vivem na região. Assim como as demais escolas, as responsabilidades burocráticas são encaminhadas para uma Diretoria de Ensino, que nesse caso, é a de Carapicuíba. No âncora, os alunos frequentam o que na escola convencional é chamado de educação infantil e ensino fundamental I e II. “Nós acreditamos que o melhor desenvolvimento social que podemos oferecer é a educação. Fomentar que as crianças sejam empreendedoras e que possam ir atrás dos seus sonhos aprendendo a se portar como um cidadão que tem direitos e deveres”, explica Ana Paula Alcântara, gestora de comunicação do projeto.

Morikawa conta que Walter Steurer, fundador da ONG, sempre quis ampliar o trabalho por sentir que queria fazer algo mais completo pelas crianças de lá. “Ele queria criar uma escola que trabalhasse autonomia, cidadania e respeito”, ressalta a coordenadora. Segundo ela, no ano de 2011, o professor José Pacheco disse que iria morar nessa região para ajudar a criar no Âncora uma referência brasileira de educação autônomaassim como ele havia feito na Escola da Ponte.

As crianças no Âncora são divididas em 3 núcleos desde que chegam até a hora de deixar o local: iniciação, aprendizado e aprofundamento. A coordenadora explica que o critério que faz com que elas mudem de um núcleo para o outro é a atitude delas com relação às responsabilidades e aos colegas. “Independente da idade e do conhecimento, todas crianças que estão chegando são encaminhadas para a iniciação. Isso as ajuda a entender o ritmo da escola. Ou mesmo porque ainda precisam aprendem a ler, a escrever, a ver horas, pressupostos básicos para alcançar a autonomia”, explica Morikawa.

Depois da iniciação, a coordenadora conta que as crianças passam para o núcleo de aprendizagem. “Nesse momento elas já aprenderam a ler, escrever, a ver horas e se organizar. Tudo isso é fundamental para que possa criar seus roteiros de aprendizagem e caminhar para a autonomia. Cada criança tem seu tempo de passar para a próxima etapa”, destaca Morikawa. “Autonomia é quando a criança já é capaz de gerenciar seu tempo, dar conta do seu roteiro e além disso tem um olhar amplo de ajuda e consegue enxergar as relações e o espaço da escola como interdependente. Ou mesmo quando se inscreve para ajudar os outros, faz parte das mesas da assembleia, entre outras evidências”, ela diz sobre o momento de migrar para o núcleo de aprofundamento.

Diferente das escolas convencionais, os alunos no projeto criam seus roteiros de aprendizagem junto com seus tutores. O trabalho de tutoria é feito por educadores de diversas disciplinas e cada profissional fica responsável por auxiliar 15 crianças. Ao chegarem no local, as crianças escolhem o que irão fazer durante o dia, programam suas atividades e se inscrevem em oficinas oferecidas como música, teatro etc.

Os conteúdos são ensinados com o passar dos anos, com a diferença principal de não existir uma grade curricular obrigatória que determina exatamente o momento em que os conteúdos devem ser aprendidos. Lá, as crianças descobrem a hora certa de passar por cada tarefa de acordo com seus interesses. Tudo que eles fazem é colocado em relatórios que são acompanhados pelos tutores e pelos gestores do projeto.

“Quanto mais autonomia tiver a criança dentro dos valores que acreditamos, maior será a “nota” que ela irá receber”, pontua Alcântara. Segundo ela, a capacidade das crianças de elaborar seus projetos, roteiros e atividades é colocada diariamente em relatórios que são apresentados como notas quantitativas e qualitativas na hora de prestar contas à Secretaria Estadual de Educação. “O grupo se reúne e analisa através dos relatórios, como cada criança se saiu, os conteúdos aprendidos e desenvolvimento pessoal de cada uma”, completa. Essa é a grande diferença entre o projeto Âncora e as escolas convencionais.

Quebrar paradigmas para uma nova educação

A educadora conta que as pessoas costumam chamar o projeto de escolas sem paredes. Segundo ela, o mais difícil de todo esse processo de transformação é ‘quebrar as paredes internas’.

“Não é do dia pra noite que passamos da heteronomia para a autonomia”, pontua Morikawa. Ela ressalta que primeiro deve acontecer a transformação do educador. “É preciso coragem, determinação e vontade de mudar. E não é fácil, causa muito incômodo, é preciso adaptar, reconstruir, repensar sempre em conjunto. Trata-se também de demolir paredes internas e dar lugar para o novo”, afirma a educadora.

“O trabalho nos coloca novos desafios a cada dia. Nunca sabemos o que vai acontecer durante o dia e isso é incrível. Para entender o processo precisamos realmente de uma reforma interna e essa é a grande sacada. O educador que se propõe a estar lá tem que acreditar nessa proposta e fazer a reforma para que ele seja referência para a criançada também querer se transformar”, relata o educador.

“No Âncora, temos de cuidar de pequenos detalhes do dia a dia, ir construindo e saber que cada dia é diferente do outro”, conta a coordenadora. Segundo ela não existe uma receita pronta ou mesmo um roteiro a ser seguido, tudo é decidido com base nos princípios do projeto.

DCIM100GOPRO

Seca afeta mais de 50 municípios do Nordeste

BRASÍLIA – Mais de 50 municípios no Nordeste estão em colapso hídrico neste momento, podendo chegar a 105 se o regime de chuvas na região não melhorar. Nessas localidades há interrupção do abastecimento em pelo menos quatro dias na semana, mas existem aquelas em que o período sem água chega a 15 dias. O levamento foi feito pelo Ministério da Integração Nacional, com dados dos Estados.

O governo federal deve começar a oferecer apoio nas próximas semanas, por meio de carro-pipa. “Ainda  não definimos como nem quando. Faremos dentro do que é possível. Na área rural, o abastecimento é feito pelo Exército, com controle eletrônico. Estados e municípios devem adotar todos os mesmos critérios ou continuaremos a fazer com o Exército. Na próxima semana trataremos das alternativas”, afirmou o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi.

Occhi destacou que a solução para questão hídrica no Nordeste é a transposição do Rio São Francisco. “A partir do segundo semestre começamos a entregar quilômetros dessa obra, e a conclusão será até o fim de 2016”, disse.

Dados da Agência Nacional de Águas (ANA), porém, mostram que mesmo o Rio São Francisco está ainda longe de um nível satisfatório. Dos dois reservatórios do rio, o de Três Marias, na cabeceira, teve recuperação nesse período de chuvas no Nordeste, mas ainda opera em nível muito baixo. O de Sobradinho se mantém em situação crítica.

Campanha. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, informou que o planejamento da campanha sobre uso racional da água que está sendo preparada pelo governo deve ser retomada este mês, com a proximidade do fim do período de chuvas. Como mostrou o Estado, uma divergência na formulação da campanha entre a Secretaria de Comunicação do governo – que pretendia creditar a seca que atinge boa parte do País ao aquecimento global – e o Ministério do Meio Ambiente, que pretendia deixar de fora uma questão que ainda não tem consenso científico, travou a campanha.

Izabella afirmou que já marcou uma visita ao novo ministro da Secom, Edinho Silva, para tratar do tema. “Vamos discutir como vamos comunicar as informações nacional e regionalmente. Será uma campanha de informação. Vamos tentar influenciar o comportamento de cada brasileiro. Temos que poupar água”, disse.

Ação questiona omissão do Congresso sobre imposto em grandes fortunas

BRASIL DE FATO

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) a Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) 31 contra o Congresso pelo fato de não ter sido regulamentado até hoje o imposto sobre grandes fortunas, previsto no artigo 153, inciso VII, da Constituição. Dino afirma que a renúncia inconstitucional de receita pela União tem estreita ligação com os interesses de seu Estado.

“Ante o fragilizado pacto federativo vigente no Brasil, estando a União no topo da pirâmide, a concentrar a maior parcela das receitas fiscais, ocupando os Estados-membros papel coadjuvante na arrecadação tributária e na repartição de receitas, é inegável a dependência financeira destes últimos em relação à primeira”, anotou o governador maranhense.

O relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão é o ministro Teori Zavascki. Os dados sobre a ação foram divulgados no site do Supremo Tribunal Federal.

Segundo Flávio Dino, “a dependência estadual dos cofres federais se exaspera no caso do Estado do Maranhão, porque se trata do Estado-membro com o segundo menor Produto Interno Bruto (PIB) per capita e que ostenta ainda baixíssimos indicadores sociais, como o segundo pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)”.

O PIB per capita do Maranhão é de R$ 8.760,34 contra R$ 22.645,86 da média nacional, segundo dados do IBGE de 2014 apresentados na ação. Dino sustenta que a cobrança do tributo permitiria a arrecadação anual de mais de R$ 14 bilhões, de acordo com análise feita a partir de dados da Secretaria da Receita Federal.

Levantamento apresentado na Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) aponta que existem na Câmara dos Deputados pelo menos 19 projetos de lei buscando a instituição do imposto sobre grandes fortunas. O projeto de autoria do então senador Fernando Henrique Cardoso (PSDB) é o que chegou mais próximo de se converter em lei. Aprovado no Senado, porém, o projeto tramita na Câmara desde dezembro de 1989.

Na ADO, o governador pede que o Supremo dê uma solução provisória ao problema até que o Congresso desempenhe o papel que a Constituição lhe outorgou. “De nada adiantará à guarda da Constituição a mera proclamação da mora do Poder Legislativo ou mesmo a fixação de prazo ao Congresso Nacional para a edição da lei faltante, se com essas medidas outra não for tomada, de verdadeiramente ditar qual a regra vigerá caso permaneça a omissão inconstitucional”, alerta Flávio Dino. “Isso porque há questões que não conseguem reunir um consenso no Parlamento, ou mesmo outras em que há uma certa resistência do Congresso ou do Poder Executivo em regulamentar, impedindo a concretização da vontade constitucional”, salientou.

O governador pede que o STF dê prazo de 180 dias ao Congresso para que envie à sanção presidencial projeto de lei instituindo e regulamentando o imposto sobre grandes fortunas.

Via http://www.msn.com/

EXPON’ARTE 2015 ANO 3 – EM BREVE LANÇAMENTO DA AGENDA CULTURAL 2015

10423705_397741073713768_7702237875779137403_n

MINISTROS PARTICIPAM DE ABERTURA DE NOVO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO EM GARANHUNS

upe garanhuns logo-INTERIORINFORMA-BLOG

AGRESTE EM DESTAQUE

Acontece em Garanhuns, Agreste de Pernambuco, hoje, segunda-feira(06), a abertura do primeiro Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família com Ênfase em Saúde da População do Campo, coordenado pela Universidade de Pernambuco. A solenidade contará com as presenças dos Ministros da Saúde e do Desenvolvimento Agrário, Arthur Chioro e Patrus Ananias, respectivamente, do Reitor da UPE, Profº Pedro Falcão e da Secretária de Ciência e Tecnologia do estado, Lúcia Melo. Comporão também a mesa de abertura, o diretor da UPE Campus Garanhuns, Profº Clóvis Gomes Jr. e a Coordenadora da Residência, Profª Wanessa Gomes.

O novo Programa de Residência é coordenado pelo Campus Garanhuns da Universidade, em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento Quilombola, Coletivo de Saúde no Campo, Escola do Governo em Saúde Pública de Pernambuco (ESPPE) e Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF).

O programa é uma formação de pós graduação para trabalhadores da saúde graduados em educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, medicina veterinária, nutrição, odontologia, psicologia, serviço social e terapia ocupacional, sendo dois de cada categoria profissional. Com duas turmas de dez profissionais, sendo um de cada categoria, para desenvolverem trabalhos com a população em assentamento no município de Caruaru e comunidades quilombolas em Garanhuns.

A solenidade oficial de abertura do programa acontecerá nesta segunda-feira, dia 6 de abril, às 9 horas, no Auditório do Centro Cultural Alfredo Leite, e contará, além da presença das autoridades, com representantes de movimentos sociais. Haverá um outro ato em Caruaru, às 15 horas, no Centro de Formação Paulo Freire, no Assentamento Normandia, marcando a importância desse momento para a população local e para a Saúde no Campo como um todo no país.

Viagem: Na Ponta do Lápis

Blog de viagens com dicas de alimentação, hospedagem e roteiro

Interferência Urbana

O cinza e a cor

Criaturas de Ñanderu: Releituras

Espaço para partilha de resultados do trabalho em torno do livro Criaturas de Ñanderu, escrito pela autora indígena Graça Graúna e ilustrado por José Carlos Lollo

Falando em Literatura...

só boa literatura desde 2008

Brasil de Todo Mundo

Apresentando o Brasil para gente de todo o mundo

paisagem de interior

Um Novo Mundo Requer Novos Meios - Blog Interior Informa

Mundo da Robótica

Fazendo a ponte entre a teoria e a prática.

Educação Política

mídia, economia e cultura - por Glauco Cortez

Blog do EVALDO TEIXEIRA

Opinião, Política, Variedades, Religião...

INTERIOR INFORMA

Um novo mundo requer novos meios.

RUBEM

Revista da Crônica - Notícias, entrevistas, resenhas e textos feitos ao rés-do-chão.