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ESTATISTICAS INTERIOR

Instituições pernambucanas paralisam trabalhos por 24 horas – Polícia Civil e Universidade de Pernambuco

Os policiais civis de Pernambuco paralisam atividades nesta terça-feira (19) por 24 horas, retomando o trabalho apenas na quarta-feira (20).

Universidade de Pernambuco também paralisa suas atividades por 24 horas nesta quarta-feira (20), retomando as atividades na quinta-feira (21). Nas redes sociais há comentários de greve por parte de professores e funcionários da instituição.

upe

Destaque no NE10

UPE – Professores e servidores técnicos administrativos da Universidade de Pernambuco realizam paralisação de advertência na próxima quarta-feira (20) para protestar contra o Plano de Contingenciamento de Gastos (PGG), do Governo do Estado, que, segundo os profissionais, determina cortes dos recursos da Universidade e de outros órgãos governamentais. Também na quarta-feira, os profissionais sairão em passeata do Hospital Universitário Oswaldo Cruz até o Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo do Estado. A concentração será às 7h.

“A falta de recursos na UPE está afetando as atividades de ensino e os hospitais universitários. A situação é preocupante, colocando em risco o funcionamento da instituição no segundo semestre”, afirma Bernadete Campos, diretora tesoureira da Seção Sindical dos Docentes da Universidade de Pernambuco (Adupe). A paralisação de advertência foi decidia em assembleia na última quarta-feira (13) e atingirá as unidades do Grande do Recife e do Interior, que juntas possuem cerca de 19 mil alunos.

Além da Adupe, o movimento conta com o apoio do Sindicato dos Servidores da UPE (Sindupe) e dos estudantes (DCE Paulo Freire). Entre os problemas apontados pelo movimento, estão a carência de docentes e servidores, condições estruturais precárias das faculdades e inexistência de uma política de assistência estudantil (casa do estudante, transporte etc). Uma nova assembleia está prevista para a quinta-feira (21), às 10h, com local a ser definido, para avaliar o movimento.

Em entrevista ao portal NE10, o reitor da UPE, Pedro Falcão, disse que vem se reunido com o Governo do Estado para tentar resolver problemas financeiros da universidade. “Estamos discutindo ponto a ponto com o Governo sobre todos os gastos da UPE, mostrando as nossas necessidades, e já avançamos bastante. O plano de redução de gastos existe, mas vale destacar que o teto estabelecido para a UPE em 2015 corresponde a R$ 24 milhões, valor bem parecido com o do ano passado”, explicou o reitor. Segundo ele, em 2014 o teto foi de R$ 22 milhões, porém apenas R$ 17 milhões foram empenhados pela universidade por conta do atraso no repasse dos recursos, que só ocorreu no fim do ano, atrasando as licitações. “Também estamos conversando para acelerar os repasses deste ano”, explicou.

POLÍCIA – Os policiais civis de Pernambuco paralisam atividades nesta terça-feira (19) por 24 horas, retomando o trabalho apenas na quarta-feira (20). Seguirão funcionando somente as delegacias de flagrantes. Serviços como emissão de documentos, registros de Boletins de Ocorrência (BO), o Instituto de Medicina Legal (IML) e o Instituto de Criminalística não funcionarão durante a paralisação, segundo o Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol).

De acordo com o Sinpol, a pauta de reinvicações foca na gratificação por função policial em um percentual de 225% para todos os policiais civis do Estado, além de modificações no Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), na promoção de aumentos salariais por tempo, qualificação e faixa etária e a integração dos Peritos Papiloscopistas ao Quadro Técnico Policial.

O vice-presidente do Sinpol, Rafael Cavalcanti, destaca a estrutura de trabalho como insuficiente para a melhor prestação de serviço à população. “A questão estrutural é péssima. Algumas unidades são insalubres, insuficientes para atender o povo e a própria polícia. O próprio policiamento não tem material de proteção individual suficiente – como colete à prova de bala -, as munições são vencidas, algemas nós (políciais) temos que comprar; tem unidade que só tem uma algema para todo mundo.”

Apesar dos problemas relatados, Rafael Cavalcanti cita os números positivos alcançados pela Polícia Civil. “A gente conseguiu bater, durante oito anos, todas as metas que nos foram estabelecidas pelo Pacto Pela Vida, fomos eleitos uma das duas melhores polícias investigativas do País, mas, em contrapartida, temos o pior salário do Nordeste e o segundo pior do Brasil”.

Na última quarta-feira (13), a categoria realizou uma manifestação pelas ruas do Centro do Recife que teve como intenção chamar a atenção do Governo do Estado para a pauta de reinvindicações. No mesmo dia, foi realizada assembleia para resolver as diretrizes do movimento, que decidiu pela paralisação de 24 horas desta terça-feira (19).

Apresentação do Grupo Loucos Nordestinos na ExpoN’arte 2014 ano 2

Dia Mundial contra a Monsanto?

“CÂMARA DOS DEPUTADOS APROVA PROJETO DE LEI PELA NÃO OBRIGATORIEDADE DE ROTULAGEM DE ALIMENTOS A BASE DE OGMs.”

Título Original “As Razões do Dia Mundial contra a Monsanto”, do endereço eletrônico Carta Capital.

Dezenas de países preparam, em 23/5, protesto contra transnacional que, além de atentar contra ambiente e agricultores, envolveu-se com submundo da política e dos exércitos privados.

monsanto

Você sabia que existe um Dia Mundial Contra a Monsanto? Muitos não conhecem a empresa pelo nome, ou talvez tenham apenas ouvido falar dela, sem saber ao certo seu setor ou posicionamento. Entretanto, quase todo mundo faz uso contínuo de alimentos a base dos organismos geneticamente modificados (OGMs) produzidos e vendidos pela corporação.

O fato é que este ano a Marcha Mundial Contra a Monsanto ocorrerá no dia 23 de Maio e levará milhares de pessoas as ruas, por todo o mundo, para protestar contra a atuação e práticas da corporação. Mas por que existe um dia mundial dedicado exclusivamente à denúncia deste gigante da agroquímica? O que de tão nefasto representa esta empresa? Vamos tentar relembrar os principais fatos da trajetória da Monsanto que a fizeram se considerada pela revista Fortune como “possivelmente a corporação mais temida da América”. Prejuízos aos pequenos agricultores, possíveis danos à saúde e meio ambiente, formação de lobby, manipulação de pesquisas científicas e até a contratação de mercenários são algumas das polêmicas nas quais a empresa se envolveu ao longo de seus 103 anos de existência.

A Monsanto é uma multinacional de alcance global da área de agricultura e biotecnologia. É especializada em engenharia genética (produção de organismos geneticamente modificados), sementes e herbicidas. Criada em 1901 como uma companhia novata na área da engenharia química, aos poucos tornou-se a maior empresa do mundo no setor, fornecendo produtos à base de organismos geneticamente modificados para gigantes como a Coca-Cola, a Pepsico e a Kraft. Hoje, controla 90% do mercado de sementes transgênicas do mundo – consagrando-se como um dos maiores monopólios já vistos. O crescimento da empresa foi vertiginoso. Recentemente, ela adquiriu diversas empresas na América do Sul e no Leste Europeu, dominando consistentes fatias de mercado em países como Argentina, México e Brasil – onde está presente há quase 60 anos.

Este crescimento tem representado uma ameaça real à sobrevivência de pequenos produtores em todo o mundo. Em seus contratos de venda de sementes, a Monsanto prevê que os pequenos produtores não poderão guardar nenhuma semente e são obrigados a permitir que a empresa vistorie suas plantações a qualquer momento. Além disso, as sementes geneticamente modificadas são apenas tratadas com os herbicidas vendidos pela própria companhia, fato que condiciona os agricultores à dependência. De todo modo, os impactos dos produtos geneticamente modificados comercializados pela Monsanto vão além da esfera socioeconômica.

Um estudo de 2009 do Journal of Biologycal Science¹ mostrou que o consumo do milho proveniente da semente geneticamente modificada pode produzir efeitos negativos em órgãos como os rins e o fígado. Outro estudo, publicado em 2012 na Food And Chemical Toxicology², constatou que ratos submetidos a uma dieta à base de organismos geneticamente modificados morrem mais rápido e são mais propensos ao desenvolvimento de câncer. Para chegar a esta conclusão, cientistas administraram em 200 ratos, durante dois anos, três dietas distintas: uma à base de milho convencional, outra a base do milho transgênico NK603 e outra a base do NK603 tratado com o herbicida RoundUp. Tanto o milho transgênico NK603 como o herbicida RoundUp (o mais utilizado do mundo) são pertencentes à Monsanto. O resultado foi a morte acelerada de parte dos ratos e o aparecimento de tumores enormes naqueles cuja base da dieta fora o milho transgêncio NK603, da Monsanto.

A pesquisa divulgada pela Food And Chemical Toxicology gerou controvérsias. Enquanto recebeu o apoio de diversos cientistas pelo mundo, alguns a criticaram, afirmando que houve viés na metodologia, o número de ratos fora inadequado e aquele tipo de rato de laboratório já possuía propensão ao desenvolvimento de tumores. Após forte pressão, a revista cedeu e, um ano depois, anunciou a retirada do estudo por ela publicado. A decisão, todavia, não agradou ao principal autor da pesquisa – o diretor científico do Comitê para Investigação e Informação Independente sobre Engenharia Genética da França, Gilles-Éric Séralini. O cientista reafirmou que a pesquisa não continha fraudes e que, caso a revista insistisse em sua decisão de retirar a publicação, iria acioná-la judiciamente por danos morais. A despeito da pesquisa de Séralini, outras pesquisas ao longo das décadas já confirmaram em condições similares os efeitos dos organismos geneticamente modificados sobre a saúde humana. Além disso, as empresas que controlam o setor – sobretudo a Monsanto – possuem altos níveis de poder acumulado, que lhes permite interferir em pesquisas e políticas públicas por meio da formação de lobby para benefício de seus produtos.

Dessa forma, o poder econômico acumulado pela Monsanto lançou as bases para um acúmulo significativo de poder político. Executivos da Monsanto foram posicionados em cargos estratégicos do governo dos Estados Unidos — dentre eles, a Agência de Proteção Ambiental [“Environmental Protection Agency”, EPA], o ministério da Agricultura [U.S. Departament of Agriculture”, USDA] e o Comitê Consultivo do Presidente Obama para Política Comercial e Negociações. A Monsanto ainda posicionou funcionários em cargos estratégicos em universidades pelo mundo, dentre elas a South Dakota State University, o Arizona State’s Biodesign Institute e a Washington University. Desde 1980, políticas federais americanas têm incentivado instituições públicas de ensino a produzir pesquisas nas áreas agrícola e de biotecnologia em parceria com empresas privadas. Em consonância com esta política, a Monsanto tem inundado instituições públicas de ensino com investimentos. Em troca, tem seus produtos protegidos e fortalecidos por um arcabouço de pesquisas técnicas e científicas com viés favorável.

Além de cargos no governo e na academia norte-americana, executivos da Monsanto posicionaram-se em cargos em instituições-chave para política alimentar e científica de seu país ou de âmbito internacional, como o “International Food and Agricultural Trade Policy Council”, o “Council for Bitechnology Information”, a “United Kingdom Academy of Medicine”, a “National Academy of Sciences Biological Weapons Working Group”, a “CropLife International” e o “Council of Foreign Relations”.

Naturalmente, as posições privilegiadas alcançadas pela Monsanto renderam-lhe excelentes retornos. Em 1993, a Agência para Alimentação e Medicamentos [Food and Drug Administration”, FDA] dos EUA aprovou o uso de um produto denominado “Hormônio de Crescimento Bovino” [Recombinant Bovine Hormone, ou rBGH]. Desenvolvido pela Monsanto, trata-se de uma droga hormonal injetada em vacas de modo a incentivar a produção de leite. O rBGH foi a primeira substância geneticamente modificada aprovada pelo FDA.

A aprovação foi no mínimo controversa. Estudos apontaram que o rBGH produziria sérios impactos na saúde física e psicológica das vacas. O mais comum deles, a mastite bovina, é tratada com base na administração de antibióticos. A exposição constante das bactérias aos antibióticos contribui para a criação de bactérias resistentes que podem infectar seres humanos. Além disso, alguns estudos também apontaram que o consumo do leite com resíduos do hormônio aumentaria o risco de desenvolvimento de câncer de colo, de mama e de próstata. A substância é proibida nos 27 países da União Europeia, mas graças ao poderoso lobby da Monsanto nos EUA sua utilização é liberada – o que também ocorre no Brasil…

Após a aprovação do uso do rGHB pelo FDA, funcionários ligados à Monsanto que trabalhavam na FDA foram investigados pelo Escritório de Prestação de Contas do Governo [Government Accountability Office” (GAO)] por formação de lobby. O GAO investigou os executivos Michael Taylor, Margaret Miller e Suzanne Sechen. Os três funcionários tiveram ativa participação no desenvolvimento da droga e, posteriormente, exerceram funções na FDA, tornando-se responsáveis pela avaliação e aprovação do produto que ajudaram a desenvolver. Ao fim da investigação, o GAO concluiu que não havia dispositivos legais para incriminar os envolvidos e que não havia provas cabais de conflitos de interesses no caso.

Em 2012, a empresa opôs-se à chamada Proposition 37 – apelidada pelos americanos de Iniciativa pelo Direito a Saber [Right to Know initiative]. A iniciativa propunha-se a promulgar, no estado da Califórnia, uma lei no obrigando as empresas que vendessem produtos à base de ingredientes geneticamente modificados a neles instalarem rótulos visíveis alertando para tal fato, evitando assim a venda destes produtos como naturais. Esta iniciativa, no entanto, não passara incólume pelo imenso poder de barganha das grandes indústrias do setor, sendo a Monsanto sua “ponta-de-lança”. Empresas como Nestlé e Mars Inc. despejaram mais de 370 mil dólares em campanha contra o projeto. Só a Monsanto despejou, sozinha, 8,1 milhões de dólares em campanhas contra a iniciativa, estabelecendo-se como doadora majoritária em uma campanha que totalizou 45 milhões de dólares arrecadados de diversas empresas envolvidas na derrubada da proposta. É claro que com todo este empenho a iniciativa não prosperou e os californianos não conquistaram o direito de saber a procedência do alimento estão ingerindo.

No Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou, em 28 abril deste ano, por ampla maioria o Projeto de Lei 4.148/2008³, de autoria do deputado ruralista Luiz Carlos Heinze (PP-RS), que ao contrário da legislação vigente (baseada na Lei 11.105/2005) propõe a não obrigatoriedade da rotulagem de alimentos a base de OGMs.

Para além das polêmicas e controvérsias citadas até agora, a Monsanto ainda guarda em sua história íntimas relações com o poder militar. É fato público e conhecido o fornecimento do famoso Agente Laranja lançado nas plantações do Vietnan pelas forças armadas norte-americanas que guerreavam para manter o país sob dominação. As consequências, entre as populações que serviram de alvo, foram sentidas por muitos anos. O que pouco se sabe é que há indícios de ligações da Monsanto com forças militares mercenárias. A empresa contratou serviços de espionagem de empresas ligadas a conhecida antiga Blackwater (agora XE) – uma das maiores companhias militares privadas do mundo. Segundo documentos obtidos pela revisga The Nationa empresa usou de serviços oferecidos por duas empresas de espionagem – “Total Intelligence Solutions” e “Terrorism Research Center” – cuja propriedade é do dono e fundador da XE, Eric Prince. Os documentos apontam que entre os serviços prestados à Monsanto por estas empresas estão a infiltração de espiões em movimentos sociais, ONGs e entidades protetoras dos animais e de combate aos transgênicos. Alguns sugerem que esta relação da Monsanto com empresas de espionagem explique o misterioso vírus que atacou os computadores de ativistas da organização “Amigos da Terra” e da “Federação para o Meio Ambiente e Proteção à Natureza” da Alemanha. O ataque se deu no contexto de apresentação de uma pesquisa realizada por estas entidades sobre os efeitos da substância glisofato no corpo humano. O glisofato é base de um dos produtos mais rentáveis vendidos pela monsato – o herbicida RoundUp. A empresa afirmou que não teve e jamais teria envolvimento no fato.

O histórico e a atuação da Monsanto no seu setor, considerando todas as polêmicas e controvérsias nas quais a corporação se envolveu, trazem à tona o necessário debate acerca dos custos e benefícios envolvidos no desenvolvimento de organismos geneticamente modificados. Se por um lado a biotecnologia e a agroquímica trouxeram crescente otimização da produção e distribuição de insumos, é necessário refletir acerca das consequências do uso destes insumos, da garantia da liberdade de pesquisa com relação a seus efeitos e principalmente das consequências da extrema concentração deste mercado nas mãos de pouquíssimas corporações. Afinal de contas, como dito, não é todo dia que uma empresa ganha um Dia Internacional de protestos contra si.

A maior parte das informações aqui relacionadas pode ser encontrada no relatório “Monsanto: A Corporate Profile”, da ONG Food & Water Watch. Além disso, o portal “Esquerda.net” possuiu um dossiê completo da empresa e sua atuação pelo mundo. Para os que preferem material audiovisual, existe uma série documentários que tratam de maneira crítica da questão dos transgêncios e das poderosas corporações do setor. São alguns deles eles: “Food Inc”, “The future of Food”, “El Mundo Según Monsanto” e “Seeds of Free”. O site oficial da Marcha Mundial Contra a Monsanto pode ser acessado em:http://www.march-against-monsanto.com/.

EXPON’ARTE 2014 ANO 2 EM SÃO JOÃO PERNAMBUCO

CONFIRA A PÁGINA DA EXPON’ARTE 2014 ANO 2 > https://interiorinforma.wordpress.com/exponarte-2014/

SÃO JOÃO

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Imagem/Facebook: Maria Jesus Wanderley Lopes

Fonoaudiólogas da UPAE Garanhuns oferecem informações à população para prevenir problemas com a voz‏‏‏

A UPAE Profº Antônio Simão dos Santos Figueira, em Garanhuns, tem se notabilizado por uma interatividade com a população que vai além das consultas, exames e cirurgias. Com um trabalho voltado à informação, os profissionais da Unidade estão constantemente participando de entrevistas em emissoras de rádio e realizando atividades junto aos pacientes, que possam ajudar na prevenção de doenças, e repassando informações sobre os cuidados com a saúde que possibilitem uma vida melhor.

Durante o mês de abril, quando se comemorou o Dia Mundial da Voz (16/04), a UPAE Garanhuns realizou diversas atividades com a participação dos profissionais da área. Os pacientes e acompanhantes receberam informações direta das especialistas, a exemplo das fonoaudiólogas Dra. Sandra Nayara e Dra. Anaírda Fernandes, também a Assistente Social, Dra. Valderez Barbosa.

Integrando a programação, as fonoaudiólogas estiveram concedendo entrevistas em rádio, no Programa Manhã Total, da Rádio Marano em Garanhuns, onde tiraram dúvidas dos ouvintes em um bate-papo descontraído com o radialista Marcos Cardoso. “Profissionais da voz precisam de atenção especial, mas para a população em geral, algumas dicas são importantes como evitar o fumo, álcool, dormir bem, não fazer esforços vocais como falar em tom de voz que concorra barulho, etc. E um conselho importante é sempre beber água, se possível dois litros diariamente, em intervalos durante o dia.” – Afirmou Dra. Anaírda Fernandes, entre outras dicas de uma hora de entrevista na emissora de rádio.

A UPAE Garanhuns atende pacientes dos 21 municípios da V Regional de Saúde, em consultas reguladas pelas secretarias municipais, após os pacientes passarem pelas unidades de saúde mais próximas de suas casas.

MAIO AMARELO: Comitê dá início à campanha de prevenção de acidentes em Garanhuns e região

Representantes de diversas instituições e dos municípios que compõem a V Gerência Regional de Saúde. deram início ao movimento “Maio Amarelo”, nesta terça-feira, 05/05, no auditório da FUNASA, em Garanhuns. Participaram ainda das oficinas, estudantes de escolas públicas e Residentes Multiprofissionais do Hospital Regional Dom Moura.

Segundo Luiz Melo, da V GERES, todos os municípios da regional de saúde estarão realizando atividades nos setores de saúde, educação e trânsito, como parte da campanha internacional, que usa o amarelo para chamar a atenção, a exemplo da função da cor nos semáforos.

O encontro iniciou com a coordenadora do Comitê Regional de Prevenção a Acidentes de Transportes Terrestres, Fátima Godoy, que apresentou a situação preocupante dos números de acidentes de trânsito na região, principalmente os que envolvem motocicletas. Fátima Godoy é Coordenadora de Planejamento e Regulação da V GERES. Os dados são coletados pelo Hospital Dom Moura, unidade sentinela de emergência.

O município de Garanhuns participou do encontro apresentando duas palestras. Na área de segurança, a Autarquia de Segurança, Trânsito e Transporte apresentou o tema “Municipalização do Trânsito e os enfrentamentos mais comuns”, com o palestrante Elielson Pereira, Diretor de Trânsito de Garanhuns. O Profº Carlos Barros, representando a Secretaria de Educação do município, versou sobre as ações desenvolvidas nas escolas do município sobre Educação no Trânsito.

O destaque das oficinas ficou para a Polícia Rodoviária Federal, através do Inspetor George Gonzaga, que faz parte do Núcleo de Educação da PRF, que vem fazendo palestras em escolas e outras instituições que buscam agendar as atividades. Inspetor George apresentou vídeos, alertou sobre as condições de tráfego com
segurança, principalmente para condutores de veículos e seus passageiros. O policial Rodoviário José Cardoso fez uma apresentação de instrumentos utilizados pela PRF para fiscalização das rodovias federais.

O Dia da abertura da programação finalizou com uma palestra apresentada pela equipe da Lei Seca Estadual, também no auditório da FUNASA.

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