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Biblioteca Municipal de Salgueiro é premiada pelo Ministério da Cultura

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A biblioteca pública municipal Francisco Augusto em Salgueiro, no Sertão Central, está entre os contemplados com o Prêmio de Boas Práticas do Ministério da Cultura, por conta do Projeto ‘Passeio Cultural – A biblioteca na Minha Rua’, criado pela prefeitura através da Secretaria de Cultura e Esportes.

A premiação é uma iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) e da Secretaria do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e Diretoria de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB). O resultado foi publicado na última semana de novembro, no Diário Oficial da União (DOU).

Um dos objetivos do edital é conceder prêmios para cerca de 50 iniciativas reconhecidas como boas práticas, ou inovadoras, que vêm sendo aplicados em bibliotecas públicas, municipais e estaduais, a fim de promover ações sem andamento voltadas para a qualificação dos serviços oferecidos e a sustentabilidade desses equipamentos culturais.

O valor do prêmio é de R$ 32 mil para cada iniciativa selecionada. Em Pernambuco, foram premiadas a Biblioteca Francisco Augusto, sob a coordenação de Nivaneide da Silva Costa, e a Biblioteca Pública Estadual de Pernambuco, com o projeto ‘Caixa Estante’.

De acordo com Nivaneide, o projeto Passeio Cultural extrapola os limites do espaço da biblioteca e vai até os bairros da cidade promovendo a leitura e itinerante com as atividades realizadas como contação de histórias, empréstimo de livros, cineclube, teatro de fantoches, pintura de desenhos, oficina de produção literária e oficina de encadernação de livro no formato cartoneiro. (foto: Ascom PMS/divulgação)

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INSCRIÇÕES ABERTAS: Minc apóia iniciativa que premiará empreendedores criativos brasileiros

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O Prêmio Brasil Criativo, apoiado pelo Ministério da Cultura, vai reconhecer a importância de 22 atividades criativas brasileiras, revelando o talento de atores, músicos, estilistas, artesãos, designers, entre outros. A premiação abrange cinco campos de interesse da economia criativa: criações culturais e funcionais, audiovisual e literatura, patrimônios, artes de espetáculo e expressões culturais, além do prêmio de reconhecimento por trabalho consagrado.

Após a inscrição online, um grupo de 30 curadores fará a seleção dos trabalhos, em seguida haverá uma eleição por voto popular na internet. A seleção final será feita pelos especialistas que escolherão um trabalho de cada categoria. A cerimônia de premiação será realizada no dia 3 de dezembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. Os ganhadores receberão prêmio em dinheiro e 40 horas de capacitação em sua área para aprimorar e reconhecer seu empreendimento.

maiores informações acesse Minc

Protagonista em comício do PT, Lula critica adversários

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No Recife

Ele não é candidato nestas eleições, mas é um padrinho político tão forte que é capaz de mobilizar a militância dos aliados e fazer o seu discurso chamar mais atenção que os outros. Lula (PT) chegou a Pernambuco nesta quinta-feira (4) para reforçar o palanque de Armando Monteiro Neto (PTB) e João Paulo (PT), que disputam o Governo do Estado e o Senado, respectivamente, e se veem ameaçados pelo crescimento da Frente Popular, coligação liderada pelos socialistas. Assim, trouxe também a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição empatada em pesquisas de intenção de voto com Marina Silva (PSB).

Protagonista da noite, Lula foi o mais aplaudido e viu a militância cantar o grito originalmente destinado ao petista José Dirceu e reproduzido no Recife em homenagem a Eduardo Campos (PSB) após a sua morte: “Lula, guerreiro do povo brasileiro”. Isso foi repetido após o seu discurso, o penúltimo – e aguardado, já que depois dele que o ato começou a ser esvaziado.

O ex-presidente falou durante mais de uma hora, ressaltando a gestão de Dilma, sua sucessora no Palácio do Planalto, principalmente na educação e na economia. Como de costume nos discursos que tem feito para pedir votos para a aliada política, ressaltou programas como o Ciência sem Fronteira e o Prouni, além da forma que o Brasil tem enfrentado a crise econômica, prevista por ele como uma “marolinha” no seu governo.

Com os adversários, os ataques foram soberanos, embora sem nomeá-los diretamente. Lula ironizou a forma como Aécio Neves (PSDB) respondeu as perguntas de entrevista concedida na noite dessa quarta-feira (3), usando muito a palavra previsibilidade. “Só que a única previsibilidade é que ele está fora da disputa de 2014. E ele não foi capaz de prever isto”, alfinetou.

Mas Marina Silva (PSB), ministra do Meio Ambiente no seu governo, foi alvo maior de críticas. Primeiro, falou do seu hábito de responder usando “eu acho…”, alegando que Dilma, como presidente, não pode usar esse verbo, e sim o “fazer”. Além disso, disse que a socialista não representa a “nova política” que tanto defende.

Dilma discursou depois de Lula e ficou com a missão de prestar contas do seu governo e fazer propostas. Entre as obras que quer inaugurar em Pernambuco, caso seja eleita, estão as adutoras do Pajeú e do Agreste e a BR-423, que dá acesso a Garanhuns, município onde Lula foi criado.

Mas, política que é, a presidente também fez críticas. “Uma pessoa que muda de lado de uma hora para outra não consegue fazer a água ficar cristalina”, disse, contando um causo que viveu com Lula na última visita a Floresta, há duas semanas: viu um pouco de água barrenta que, ao chegar no canal, tornava-se cristalina. A presidente fez um paralelo com os programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida, que começam tímidos e depois crescem. A alfinetada foi para os socialistas.

Continuando uma “missão” de Lula em Petrolina, cidade no Sertão que o presidente visitou mais cedo, escolheu o ex-ministro da Integração Nacional Fernando Bezerra Coelho (PSB) como alvo. “A verdade vai vencer a mentira, a desinformação e a cara de pau”, afirmou. “Porque tem muita gente cara de pau por aí, aqui mesmo, em Pernambuco. Quantas vezes vocês ouviram que a Transposição do São Francisco foi feita com uma pessoa só? Não! A transposição começou com Lula e eu continuei.”

Parece que os petistas gostaram mesmo de atribuir o título de ‘cara de pau’ aos socialistas. Candidato a vice-governador na chapa de Armando, o deputado federal Paulo Rubem Santiago (PDT), referindo-se à proposta de Paulo Câmara (PSB) de aumentar o salário dos professores, disse: “Esse povo, quando acorda de manhã, não tinha que lavar o rosto, tinha que passar óleo de peroba na cara.”

Humberto Costa (PT), o primeiro a discursar, também criticou o socialista, dizendo que o Estado “precisa de um governador experiente, que tenha a vida construída não na burocracia, mas no voto popular”. O senador acusou Marina de não ter feito nada por Pernambuco enquanto esteve à frente do Ministério do Meio Ambiente, porém usou exemplos que não estavam ao alcance do cargo, como a Via Mangue, os investimentos em corredores exclusivos para ônibus e a Transnordestina.

Candidato a senador na chapa, o deputado federal João Paulo (PT) discursou após Paulo Rubem. Começou como sempre faz, dançando o próprio jingle. Na sua fala, destacou a questionada aliança entre o PTB e o PT, unindo um empresário, Armando, ao partido que tem origem na luta dos trabalhadores. O ex-prefeito do Recife fez um paralelo com as cores dos cordões dos pastoris, azul – a que representa os petebistas – e encarnado – dos petistas.

Comunidade de pescadores marcada pela luta contra as pressões imobiliárias e as desigualdades sociais, Brasília Teimosa foi lembrada pelos políticos presentes por isso. A área na Zona Sul da capital pernambucana é reduto eleitoral de Lula e João Paulo.

Maiores Informações Blog do Jamildo

Dia do Folclore: 22 de Agosto

Criação da data

O Congresso Nacional Brasileiro, oficializou em 1965 que todo dia 22 de agosto seria destinado à  comemoração do folclore brasileiro. Foi criado assim o Dia do Folclore Nacional. Foi uma forma de valorizar as histórias e personagens do folclore brasileiro. Desta forma, a cultura popular ganhou mais importância no mundo cultural brasileiro e mais uma forma de ser preservada. O dia 22 de agosto é importante também, pois possibilita a passagem da cultura folclórica nacional de geração para geração.

Comemoração

O Dia 22 de agosto é marcado por várias comemorações em todo território nacional. Nas escolas e centrou culturais são realizadas atividades diversas cujo objetivo principal é passar a diante a riqueza cultural de nosso folclore. Os jovens fazem pesquisas, trabalhos e apresentações, destacando os contos folclóricos e seus principais personagens. É o momento de contarmos e ouvirmos as histórias do Saci-Pererê, Mula-sem-cabeça, Curupira, Boto, Boitatá, etc.

Nesta data, também são valorizadas e praticadas as danças, brincadeiras e festas folclóricas.

“Há dois grandes circos armados por Deus: a vida e a morte. Os que têm fé afirmam que o da morte é limpo, asseado. Já a realidade é uma velha atriz cansada, com a maquilagem agressiva e a mania de dar más notícias”

Por Simão Mairins

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Desde ontem, terça-feira, 12 de agosto, escrevi e apaguei três vezes um comentário que estava tentando fazer sobre a participação de Eduardo Campos no Jornal Nacional. Minha impressão foi de que os entrevistadores estavam mais preocupados com o efeito retórico de suas perguntas do que com os impactos das respostas para os eleitores. Queria dizer também que fiquei com a sensação de que os questionamentos, com construções e entonações temperadas com estupidez e fanfarronice, podem ter contribuído para irritar quem sabia do que eles estavam falando e enganar quem não sabia. Mas, agora, nada disso fará mais muito sentido.

Não fará sentido porque ninguém vai se importar com isso agora. E não fará sentido porque aquela noite ficará para sempre nos arquivos da história por outros motivos. O primeiro deles é o fato de ter sido o último registro de uma aparição pública de Eduardo Campos. Mas, mais que isso, foi um paradoxal adeus, que jamais poderia ser cogitado, nem mesmo pelo mais exímio leitor de entrelinhas, naquela que foi a primeira vez em que pode falar, sem as firulas das peças publicitárias, diretamente para todos os brasileiros. O país custou a acreditar e parece ter entrado em um estado de choque coletivo. Mas aquele acredito no Brasil era um estou indo embora.

Aquele avião que caiu em Santos era o de Eduardo Campos. Não, na verdade, é o que estão dizendo, mas não dá para saber ainda se é verdade. É, realmente, era o avião dele, mas ninguém sabe ainda se ele estava dentro. Disseram que algumas pessoas sobreviveram. Os aliados estão preocupados e confirmaram que desde o início da manhã não têm contato com o candidato. Tem um jornal e uns canais dizendo que ele morreu mesmo. Um deputado do partido confirmou. Morreu.

O luto pela morte de Eduardo foi para o primeiro lugar dos trending topics do Twitter, os canais de TV suspenderam a programação para cobrir o caso, os portais só estamparam notícias sobre esse assunto e, nos feeds de notícias do Facebook, nenhuma outra coisa conseguiu atenção.

Até agora, os motores de busca e monitores de redes sociais da equipe de comunicação da campanha do PSB devem estar catalogando cada palavra que é dita sobre o partido, a candidatura e, consequentemente, mesmo que sem querer, a tragédia. Burros, como toda máquina, devem estar explodindo em notificações de que as ações de ontem foram bem sucedidas. Não deu tempo de desligar.

Hoje deveria ser um dia de avaliação e estratégia. O dia seguinte àquele em que o candidato chegou mais perto. O amanhã do ontem em que entrou na casa dos brasileiros para conversar tête-à-tête e colocar sua desenvoltura de quem nasceu e se criou na política a serviço de seu maior desafio.

Sem sombra de dúvidas, nunca escreveram, falaram, leram ou ouviram tantas vezes o nome Eduardo Campos em um intervalo de tempo tão curto. Quem, até hoje, só sabia que ele era uma foto que aparecia na terceira posição dos gráficos das pesquisas de intenção de votos, agora sabe um pouco mais e – não duvido – pensa que até poderia vir a lhe dar seu voto.

No fim das contas, com exceção da tragédia, hoje aconteceu tudo que Eduardo Campos mais queria, mas jamais poderia – com a racionalidade que lhe parecia peculiar – considerar factível.

Já fiz várias críticas a certas posturas suas e não pretendia, pelo menos em primeiro turno, votar nele. Desconfiava do seu modus-operandi político agregador, que arregimentou quase todos os políticos de Pernambuco para sua base. E via uma grande contradição em seu discurso fervorosamente crítico a práticas das quais ele mesmo não conseguiu ou quis fugir.

Mas dei o braço a torcer, também, para reconhecer seus méritos. Foi um bom administrador, que contribuiu bastante para elevar o patamar da educação em Pernambuco, por exemplo. No âmbito partidário, deu relevância ao PSB, que deixou de ser um partido nanico, cresceu expressivamente em todo o país e chegou a 2014 como uma ameaça forte à hegemonia PT/PSDB no Brasil, que já dura 20 anos.

Minha relação com sua figura é um tanto esquizofrênica. Mas, ao mesmo tempo, acredito que suficientemente racional ao ponto de não permitir paixões nem ódios. Nesse momento de dor, a única coisa que me compete é o respeito.

Como escreveu seu pai, o escritor Maximiano Campos, no conto As Feras Mortas, “há dois grandes circos armados por Deus: a vida e a morte. Os que têm fé afirmam que o da morte é limpo, asseado. Mas ninguém, ainda, conseguiu sair dele e voltar para contar”. Já a realidade “é uma velha atriz cansada, com a maquilagem agressiva e a mania de dar más notícias”.

E ele continua, dizendo que no circo da vida “obrigam a gente a entrar na jaula do leão, dar saltos mortais, aplaudir os palhaços, ser o palhaço, e tudo isso sem repouso, mudando sempre de lugar”.

Agora, nem mais ator, palhaço, domador de leões ou dono do circo. Foi embora do picadeiro. Sumiu no escuro da cúpula da tenda quando subia para seu último salto. Ali, tão perto. Tão longe. Mortal.

 

Artigo publicado Originalmente no Portal Administradores

 

Planalto decreta luto de 3 dias pela morte de Eduardo Campos

NOTA OFICIAL

O Brasil inteiro está de luto. Perdemos hoje um grande brasileiro, Eduardo Campos. Perdemos um grande companheiro.

Neto de Miguel Arraes, exemplo de democrata para a minha geração, Eduardo foi uma grande liderança política. Desde jovem, lutou o bom combate da política, como deputado federal, ministro e governador de Pernambuco, por duas vezes.

Tivemos Eduardo e eu uma longa convivência no governo Lula, nas campanhas de 2006, 2010 e durante o meu governo.

Estivemos juntos, pela última vez, no enterro do nosso querido Ariano Suassuna. Conversamos como amigos. Sempre tivemos claro que nossas eventuais divergências políticas sempre seriam menores que o respeito mútuo característico de nossa convivência.

Foi um pai e marido exemplar. Nesse momento de dor profunda, meus sentimentos estão com Renata, companheira de toda uma vida, e com os seus amados filhos. Estou tristíssima.

Minhas condolências aos familiares de todas as vítimas desta tragédia.

Decretei luto oficial de 3 dias em homenagem à memória de Eduardo Campos. Determinei a suspensão da minha campanha por 3 dias.

Dilma Rousseff

Eduardo Campos morre na mesma data que Miguel Arraes

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Do NE10

Eduardo Campos nasceu em 1965, neto de um grande nome da política nacional, o ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes. Iniciou a vida política ainda na década de 1980, ao lado do avô. Foi candidato a prefeito de Recife, já foi deputado Federal e ministro da Ciência e Tecnologia no primeiro mandato do presidente Lula. O acidente que vitimou Campos aconteceu no mesmo dia da morte do avô, Miguel Arraes: 13 de agosto de 2005. 

Em 2006 se lançou como candidato ao Governo de Pernambuco, numa campanha em que aparecia nas primeiras pesquisas em posições pouco favoráveis. Com o início da campanha foi ganhando espaço e desbancou Humberto Costa,  candidato do PT, à época e chegou ao segundo turno, quando disputou e saiu vitorioso na disputa com Mendonça Filho (DEM). 

Eleito para um segundo mandato em 2010, o governador apresentou a maior eleição na história da democracia brasileira: mais de 80% dos votos válidos para governador em Pernambuco foram para Campos.

O socialista, presidente do PSB, deixou cargo de governador no início de 2014 para se dedicar à campanha presidencial, entrando em embate direto com o PT, que começou ainda no pleito municipal de 2012, quando o partido socialista decidiu lançar candidato próprio para Prefeitura de Recife. Em novembro de 2013, o PSB resolveu entregar todos os cargos que ocupava no governo federal, deixando de vez a base governista. 

Recentemente, Eduardo Campos desferia várias críticas à presidente Dilma Rousseff (PT),  porém sempre se mantendo com reservas ao falar do ex-presidente Lula, um de seus padrinhos políticos. 

Campos se lançou candidato a presidente numa chapa com a ex-ministra do meio ambiente, Marina Silva (PSB/REDE), terceira colocada na eleição presidencial de 2010, quando conquistou 20 milhões de voto.

Marina foi impedida de criar sua própria legenda por falta de assinaturas. A chapa de Campos e Marina aparece nas pesquisas de intenções de voto na terceira colocação.

 

Leia também:

Acidente » Morre o ex-governador e candidato à presidência Eduardo Campos

Avião que caiu em Santos era usado pelo candidato Eduardo Campos, diz deputado

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Santos – O deputado federal Marcio França (PSB-SP) e sua equipe passam por momentos de tensão desde que souberam da queda de uma aeronave em Santos, no litoral paulista, na manhã desta quarta-feira, 13. No momento do acidente o candidato à Presidência pelo seu partido, Eduardo Campos, se deslocava para um evento no Guarujá, no jatinho da campanha.

França, que está no Guarujá à espera de Campos, diz ter visto o jatinho de Campos sobrevoar o local, mas a informação inicial é de que a aeronave do candidato teria arremetido e voltado em direção a Santos.

Segundo o corpo de bombeiros de Santos, foi um helicóptero que caiu, mas ninguém da equipe consegue contatar o assessor de Campos ou o próprio candidato desde as 9h30.

“Ele está há mais de uma hora sem contato”, comentou França.

Até o momento não há informação sobre para onde se deslocou a aeronave de Campos.

CINEMA NAS ESCOLAS: 6 filmes nacionais para trabalhar na sala de aula

CINEMA NAS ESCOLAS

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Especialista em audiovisual e educação faz a indicação de obras do cinema nacional que podem ser usadas na escola

Publicado em Porvir

Há cerca de um mês, a exibição mensal de filmes nacionais passou a ser obrigatória para as escolas da educação básica de todo o país. A determinação faz parte de uma nova regra que foi incluída na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional). Para ajudar os professores, o Porvir separou uma lista com algumas obras do cinema nacional que podem ser utilizadas na sala de aula.

As indicações foram apresentadas por Cláudia Mogadouro, pesquisadora do Núcleo de Comunicação e Educação da USP. Todos os filmes inseridos na lista têm materiais de apoio e planos de aula que foram publicados pela pesquisadora no site Net Educação.

Confira os filmes indicados:

1.Tainá 3 – A Origem (Rosane Svartman)

O filme da conta a história da personagem Tainá, uma indiazinha que vive na Amazônia e parte para uma aventura em busca da mágica flecha azul, enviada por Tupã. O desafio faz parte de uma competição entre os garotos da aldeia para definir quem será o novo guerreiro da tribo. Mesmo sendo impedida de participar por ser menina, ela conta com a ajuda do avô e parte em busca da flecha.

A história pode ser um ótimo gancho para os estudantes conhecerem mais sobre a região da Amazônia, aprenderem sobre a cultura indígena e refletirem sobre a diversidade cultural do país. Além disso, o filme também abre a possiblidade de trabalhar conteúdos de educação ambiental, contemplando discussões sobre o consumo consciente.

Classificação: livre
Público alvo: ensino fundamental
Duração: 80 minutos

2. À Beira do Caminho (Breno Silveira)

O caminhoneiro João decide cruzar o Brasil para fugir de traumas do passado. Durante sua viagem, ele conhece Duda, um garoto órfão de mãe que decidiu procurar o pai. Enquanto os dois viajam, a amizade entre eles cria força. Apesar do drama, Duda é um menino cheio de vida que ajuda João a superar o seu passado.

O filme pode ser utilizado pelos professores para discutir sobre diferentes processos de urbanização no país e as novas configurações da família brasileira. As músicas do cantor Roberto Carlos também são outros elementos que estão presentes durante toda a obra. As cenas podem ajudar a refletir sobre a música popular brasileira e as suas influências no cotidiano.

Classificação: 14 anos
Público alvo: ensino médio
Duração: 90 minutos

3. A Máquina (João Falcão)

Com um roteiro alegórico, o filme conta a história de Antônio, um rapaz que mora em uma cidade chamada Nordestina, tão pequena que nem consta no mapa. Aos poucos, os habitantes do local começam a deixar a cidade para partir em busca do mundo. Quando a jovem Karina, por quem ele é apaixonado, decide ir embora, Antônio resolve construir uma máquina do tempo para ir até o futuro e trazer o mundo até ela.

Entre as cenas, os alunos podem ter contato com diversas manifestações da cultura popular nordestina. A história ajuda a refletir sobre o conceito do tempo e a construção do futuro. Outra possibilidade de trabalho é discutir com os estudantes as perspectivas de trabalho para brasileiros que moram longe dos grandes centro urbanos.

Classificação: livre
Público alvo: ensino médio
Duração: 90 minutos

4. Janela da Alma (João Jardim/Walter Carvalho)

O documentário apresenta pessoas com diferentes graus de deficiência visual e trata a relação que elas têm com a visão e o olhar. Diversas celebridades como o prêmio Nobel José Saramago e o músico Hermeto Paschoal fazem revelações sobre o significado de não ver em um mundo com o excesso de informações audiovisuais.

A obra pode ser utilizada pelo professor para trabalhar temas como deficiência, visão e o excesso de informações audiovisuais. O documentário também pode traçar um paralelo com a mito da caverna de Platão.

Classificação: livre
Público alvo: ensino médio
Duração: 73 minutos

5. Uma História de Amor e Fúria (Luiz Bolognesi)

A animação conta a história de amor de um herói imortal e Janaína. Passando por épocas históricas do Brasil, como a exploração portuguesa, a escravidão e a ditadura militar, o filme vai apresentando a trajetória do casal que sobrevive por todas essas fases. Além disso, a obra também apresenta uma projeção de futuro do país em 2096.

Entre os assuntos que podem ser trabalhados com os estudantes, estão a colonização portuguesa e a história do Brasil sob o ponto de vista dos dominados. Além disso, também é possível projetar problemas e soluções para o futuro.

Classificação: 12 anos
Público alvo: ensino médio
Duração: 74 minutos

6. Capitães da Areia (Cecília Amado)

Adaptação da obra de Jorge Amado, o filme conta a história dos adolescentes que vivem pelas ruas de Salvador, sem que ninguém possa cuidar deles. Liderados por Pedro Bala, os jovens formam um grupo chamado Capitães da Areia e vivem os sonhos e pesadelos de adolescentes.

O filme pode ser utilizado para trabalhar a disciplina de literatura, fazendo um paralelo com o livro. Outra possiblidade é criar reflexões sobre a adolescência e os amores da juventude.

Classificação: 16 anos
Público alvo: ensino médio
Duração: 96 minutos

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Dom Fernando é nomeado arcebispo para o Ordinariado Militar do Brasil

Destaque do Blog de Carlos Eugênio DIOCESE TERÁ UM NOVO BISPO: Papa nomeia Dom Fernando como arcebispo para o Ordinariado Militar do Brasil

Bispo dom fernando

O papa Francisco nomeou hoje, dia 6, dom Fernando José Monteiro Guimarães como arcebispo do Ordinariado Militar do Brasil, com sede em Brasília-DF, transferindo-o da diocese de Garanhuns-PE.

O papa acolheu o pedido de renúncia de dom Osvino José Both, aos 76 anos, conforme prevê o cânon 401, parágrafo primeiro, do Código de Direito Canônico.

Dom Fernando Guimarães é natural de Recife-PE. Membro da Congregação do Santíssimo Redentor (CSSR), com profissão religiosa em 1969, sendo ordenado sacerdote aos 25 anos. Foi nomeado bispo pelo papa João Paulo II, em 12 de março de 1998. Recebeu a ordenação episcopal no mesmo ano, em Roma, escolhendo como lema “O nosso coração ardia”. É mestre em Filosofia e Direito Canônico pelo Ateneo Romano da Santa Cruz, em Roma. Possui doutorado em Teologia Moral pela Alfonsianum.

TRAJETÓRIA NO EPISCOPADO – Em sua caminhada episcopal, dom Fernando já assumiu diferentes funções na atividade pastoral da Igreja no Brasil.

Foi membro do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica, presidente da Comissão Episcopal para a implementação do Acordo Brasil-Santa Sé e consultor da Congregação para as Causas dos Santos, na Cúria Romana. Desde 2008, dom Fernando estava como bispo de Garanhuns-PE.

Dom Fernando Guimarães permanecerá a frente da Diocese de Garanhuns, agora como Administrador Diocesano, até à data de sua posse canônica como Arcebispo Militar do Brasil, que está marcada para o dia 7 de outubro de 2014, em Brasília, e cuja programação será anunciada em breve.

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