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Dia Mundial contra a Monsanto?

“CÂMARA DOS DEPUTADOS APROVA PROJETO DE LEI PELA NÃO OBRIGATORIEDADE DE ROTULAGEM DE ALIMENTOS A BASE DE OGMs.”

Título Original “As Razões do Dia Mundial contra a Monsanto”, do endereço eletrônico Carta Capital.

Dezenas de países preparam, em 23/5, protesto contra transnacional que, além de atentar contra ambiente e agricultores, envolveu-se com submundo da política e dos exércitos privados.

monsanto

Você sabia que existe um Dia Mundial Contra a Monsanto? Muitos não conhecem a empresa pelo nome, ou talvez tenham apenas ouvido falar dela, sem saber ao certo seu setor ou posicionamento. Entretanto, quase todo mundo faz uso contínuo de alimentos a base dos organismos geneticamente modificados (OGMs) produzidos e vendidos pela corporação.

O fato é que este ano a Marcha Mundial Contra a Monsanto ocorrerá no dia 23 de Maio e levará milhares de pessoas as ruas, por todo o mundo, para protestar contra a atuação e práticas da corporação. Mas por que existe um dia mundial dedicado exclusivamente à denúncia deste gigante da agroquímica? O que de tão nefasto representa esta empresa? Vamos tentar relembrar os principais fatos da trajetória da Monsanto que a fizeram se considerada pela revista Fortune como “possivelmente a corporação mais temida da América”. Prejuízos aos pequenos agricultores, possíveis danos à saúde e meio ambiente, formação de lobby, manipulação de pesquisas científicas e até a contratação de mercenários são algumas das polêmicas nas quais a empresa se envolveu ao longo de seus 103 anos de existência.

A Monsanto é uma multinacional de alcance global da área de agricultura e biotecnologia. É especializada em engenharia genética (produção de organismos geneticamente modificados), sementes e herbicidas. Criada em 1901 como uma companhia novata na área da engenharia química, aos poucos tornou-se a maior empresa do mundo no setor, fornecendo produtos à base de organismos geneticamente modificados para gigantes como a Coca-Cola, a Pepsico e a Kraft. Hoje, controla 90% do mercado de sementes transgênicas do mundo – consagrando-se como um dos maiores monopólios já vistos. O crescimento da empresa foi vertiginoso. Recentemente, ela adquiriu diversas empresas na América do Sul e no Leste Europeu, dominando consistentes fatias de mercado em países como Argentina, México e Brasil – onde está presente há quase 60 anos.

Este crescimento tem representado uma ameaça real à sobrevivência de pequenos produtores em todo o mundo. Em seus contratos de venda de sementes, a Monsanto prevê que os pequenos produtores não poderão guardar nenhuma semente e são obrigados a permitir que a empresa vistorie suas plantações a qualquer momento. Além disso, as sementes geneticamente modificadas são apenas tratadas com os herbicidas vendidos pela própria companhia, fato que condiciona os agricultores à dependência. De todo modo, os impactos dos produtos geneticamente modificados comercializados pela Monsanto vão além da esfera socioeconômica.

Um estudo de 2009 do Journal of Biologycal Science¹ mostrou que o consumo do milho proveniente da semente geneticamente modificada pode produzir efeitos negativos em órgãos como os rins e o fígado. Outro estudo, publicado em 2012 na Food And Chemical Toxicology², constatou que ratos submetidos a uma dieta à base de organismos geneticamente modificados morrem mais rápido e são mais propensos ao desenvolvimento de câncer. Para chegar a esta conclusão, cientistas administraram em 200 ratos, durante dois anos, três dietas distintas: uma à base de milho convencional, outra a base do milho transgênico NK603 e outra a base do NK603 tratado com o herbicida RoundUp. Tanto o milho transgênico NK603 como o herbicida RoundUp (o mais utilizado do mundo) são pertencentes à Monsanto. O resultado foi a morte acelerada de parte dos ratos e o aparecimento de tumores enormes naqueles cuja base da dieta fora o milho transgêncio NK603, da Monsanto.

A pesquisa divulgada pela Food And Chemical Toxicology gerou controvérsias. Enquanto recebeu o apoio de diversos cientistas pelo mundo, alguns a criticaram, afirmando que houve viés na metodologia, o número de ratos fora inadequado e aquele tipo de rato de laboratório já possuía propensão ao desenvolvimento de tumores. Após forte pressão, a revista cedeu e, um ano depois, anunciou a retirada do estudo por ela publicado. A decisão, todavia, não agradou ao principal autor da pesquisa – o diretor científico do Comitê para Investigação e Informação Independente sobre Engenharia Genética da França, Gilles-Éric Séralini. O cientista reafirmou que a pesquisa não continha fraudes e que, caso a revista insistisse em sua decisão de retirar a publicação, iria acioná-la judiciamente por danos morais. A despeito da pesquisa de Séralini, outras pesquisas ao longo das décadas já confirmaram em condições similares os efeitos dos organismos geneticamente modificados sobre a saúde humana. Além disso, as empresas que controlam o setor – sobretudo a Monsanto – possuem altos níveis de poder acumulado, que lhes permite interferir em pesquisas e políticas públicas por meio da formação de lobby para benefício de seus produtos.

Dessa forma, o poder econômico acumulado pela Monsanto lançou as bases para um acúmulo significativo de poder político. Executivos da Monsanto foram posicionados em cargos estratégicos do governo dos Estados Unidos — dentre eles, a Agência de Proteção Ambiental [“Environmental Protection Agency”, EPA], o ministério da Agricultura [U.S. Departament of Agriculture”, USDA] e o Comitê Consultivo do Presidente Obama para Política Comercial e Negociações. A Monsanto ainda posicionou funcionários em cargos estratégicos em universidades pelo mundo, dentre elas a South Dakota State University, o Arizona State’s Biodesign Institute e a Washington University. Desde 1980, políticas federais americanas têm incentivado instituições públicas de ensino a produzir pesquisas nas áreas agrícola e de biotecnologia em parceria com empresas privadas. Em consonância com esta política, a Monsanto tem inundado instituições públicas de ensino com investimentos. Em troca, tem seus produtos protegidos e fortalecidos por um arcabouço de pesquisas técnicas e científicas com viés favorável.

Além de cargos no governo e na academia norte-americana, executivos da Monsanto posicionaram-se em cargos em instituições-chave para política alimentar e científica de seu país ou de âmbito internacional, como o “International Food and Agricultural Trade Policy Council”, o “Council for Bitechnology Information”, a “United Kingdom Academy of Medicine”, a “National Academy of Sciences Biological Weapons Working Group”, a “CropLife International” e o “Council of Foreign Relations”.

Naturalmente, as posições privilegiadas alcançadas pela Monsanto renderam-lhe excelentes retornos. Em 1993, a Agência para Alimentação e Medicamentos [Food and Drug Administration”, FDA] dos EUA aprovou o uso de um produto denominado “Hormônio de Crescimento Bovino” [Recombinant Bovine Hormone, ou rBGH]. Desenvolvido pela Monsanto, trata-se de uma droga hormonal injetada em vacas de modo a incentivar a produção de leite. O rBGH foi a primeira substância geneticamente modificada aprovada pelo FDA.

A aprovação foi no mínimo controversa. Estudos apontaram que o rBGH produziria sérios impactos na saúde física e psicológica das vacas. O mais comum deles, a mastite bovina, é tratada com base na administração de antibióticos. A exposição constante das bactérias aos antibióticos contribui para a criação de bactérias resistentes que podem infectar seres humanos. Além disso, alguns estudos também apontaram que o consumo do leite com resíduos do hormônio aumentaria o risco de desenvolvimento de câncer de colo, de mama e de próstata. A substância é proibida nos 27 países da União Europeia, mas graças ao poderoso lobby da Monsanto nos EUA sua utilização é liberada – o que também ocorre no Brasil…

Após a aprovação do uso do rGHB pelo FDA, funcionários ligados à Monsanto que trabalhavam na FDA foram investigados pelo Escritório de Prestação de Contas do Governo [Government Accountability Office” (GAO)] por formação de lobby. O GAO investigou os executivos Michael Taylor, Margaret Miller e Suzanne Sechen. Os três funcionários tiveram ativa participação no desenvolvimento da droga e, posteriormente, exerceram funções na FDA, tornando-se responsáveis pela avaliação e aprovação do produto que ajudaram a desenvolver. Ao fim da investigação, o GAO concluiu que não havia dispositivos legais para incriminar os envolvidos e que não havia provas cabais de conflitos de interesses no caso.

Em 2012, a empresa opôs-se à chamada Proposition 37 – apelidada pelos americanos de Iniciativa pelo Direito a Saber [Right to Know initiative]. A iniciativa propunha-se a promulgar, no estado da Califórnia, uma lei no obrigando as empresas que vendessem produtos à base de ingredientes geneticamente modificados a neles instalarem rótulos visíveis alertando para tal fato, evitando assim a venda destes produtos como naturais. Esta iniciativa, no entanto, não passara incólume pelo imenso poder de barganha das grandes indústrias do setor, sendo a Monsanto sua “ponta-de-lança”. Empresas como Nestlé e Mars Inc. despejaram mais de 370 mil dólares em campanha contra o projeto. Só a Monsanto despejou, sozinha, 8,1 milhões de dólares em campanhas contra a iniciativa, estabelecendo-se como doadora majoritária em uma campanha que totalizou 45 milhões de dólares arrecadados de diversas empresas envolvidas na derrubada da proposta. É claro que com todo este empenho a iniciativa não prosperou e os californianos não conquistaram o direito de saber a procedência do alimento estão ingerindo.

No Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou, em 28 abril deste ano, por ampla maioria o Projeto de Lei 4.148/2008³, de autoria do deputado ruralista Luiz Carlos Heinze (PP-RS), que ao contrário da legislação vigente (baseada na Lei 11.105/2005) propõe a não obrigatoriedade da rotulagem de alimentos a base de OGMs.

Para além das polêmicas e controvérsias citadas até agora, a Monsanto ainda guarda em sua história íntimas relações com o poder militar. É fato público e conhecido o fornecimento do famoso Agente Laranja lançado nas plantações do Vietnan pelas forças armadas norte-americanas que guerreavam para manter o país sob dominação. As consequências, entre as populações que serviram de alvo, foram sentidas por muitos anos. O que pouco se sabe é que há indícios de ligações da Monsanto com forças militares mercenárias. A empresa contratou serviços de espionagem de empresas ligadas a conhecida antiga Blackwater (agora XE) – uma das maiores companhias militares privadas do mundo. Segundo documentos obtidos pela revisga The Nationa empresa usou de serviços oferecidos por duas empresas de espionagem – “Total Intelligence Solutions” e “Terrorism Research Center” – cuja propriedade é do dono e fundador da XE, Eric Prince. Os documentos apontam que entre os serviços prestados à Monsanto por estas empresas estão a infiltração de espiões em movimentos sociais, ONGs e entidades protetoras dos animais e de combate aos transgênicos. Alguns sugerem que esta relação da Monsanto com empresas de espionagem explique o misterioso vírus que atacou os computadores de ativistas da organização “Amigos da Terra” e da “Federação para o Meio Ambiente e Proteção à Natureza” da Alemanha. O ataque se deu no contexto de apresentação de uma pesquisa realizada por estas entidades sobre os efeitos da substância glisofato no corpo humano. O glisofato é base de um dos produtos mais rentáveis vendidos pela monsato – o herbicida RoundUp. A empresa afirmou que não teve e jamais teria envolvimento no fato.

O histórico e a atuação da Monsanto no seu setor, considerando todas as polêmicas e controvérsias nas quais a corporação se envolveu, trazem à tona o necessário debate acerca dos custos e benefícios envolvidos no desenvolvimento de organismos geneticamente modificados. Se por um lado a biotecnologia e a agroquímica trouxeram crescente otimização da produção e distribuição de insumos, é necessário refletir acerca das consequências do uso destes insumos, da garantia da liberdade de pesquisa com relação a seus efeitos e principalmente das consequências da extrema concentração deste mercado nas mãos de pouquíssimas corporações. Afinal de contas, como dito, não é todo dia que uma empresa ganha um Dia Internacional de protestos contra si.

A maior parte das informações aqui relacionadas pode ser encontrada no relatório “Monsanto: A Corporate Profile”, da ONG Food & Water Watch. Além disso, o portal “Esquerda.net” possuiu um dossiê completo da empresa e sua atuação pelo mundo. Para os que preferem material audiovisual, existe uma série documentários que tratam de maneira crítica da questão dos transgêncios e das poderosas corporações do setor. São alguns deles eles: “Food Inc”, “The future of Food”, “El Mundo Según Monsanto” e “Seeds of Free”. O site oficial da Marcha Mundial Contra a Monsanto pode ser acessado em:http://www.march-against-monsanto.com/.

AVIÃO TRANSPORTAVA CIENTISTAS QUE ESTUDAVAM UMA CURA PARA AIDS

20ª Conferência Internacional de Aids começa no domingo, em Melbourne. Estima-se que até 100 pessoas a bordo do voo MH17 iriam para o evento.

O universo da pesquisa contra a Aids estava em estado de choque nesta sexta-feira (18) pelo fato de que dezenas de destacados especialistas na área podem ter morrido a bordo do avião que foi derrubado na Ucrânia, provocando um duro golpe nas esperanças de uma cura para a doença. Algumas mortes já foram confirmadas.

Foto de 2003 mostra Joep Lange durante uma
conferência; pesquisador estava entre os
passageiros do voo MH17, que caiu na Ucrânia nesta
quinta-feira

Entre eles estava Joep Lange, que pesquisava a doença havia mais de 30 anos e era considerado uma das maiores autoridades na área, admirado por sua defesa incansável da garantia do acesso barato a drogas de combate à Aids em países pobres.
“Ele é um dos ícones de todo esse campo de pesquisa. Sua perda é imensa”, disse Richard Boyd, professor de imunologia na Universidade Monash, de Melbourne, à Reuters.
Estima-se que até 100 pessoas que iam para uma conferência anual sobre Aids em Melbourne se encontravam no voo, noticiou a Fairfax Media, entre eles Lange, ex-presidente da Sociedade Internacional de Aids (IAS, na sigla em inglês), responsável pelo evento.

“A cura da Aids poderia estar a bordo daquele avião, simplesmente não sabemos”, disse Trevor Stratton, um consultor sobre Aids que já se encontrava em Sydney para um pré-evento, à rede Australia Broadcasting Corp.
A conferência, marcada para começar no domingo (20), tem entre os principais palestrantes deste ano o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton e são esperados mais de 12 mil participantes.
A IAS ainda trabalhava com as autoridades responsáveis para confirmar o número de conferencistas a bordo do avião.
“Em reconhecimento à dedicação de nossos colegas na luta contra o HIV/Aids, a conferência vai continuar como planejado e vai incluir oportunidades para refletirmos e nos lembrarmos daqueles que perdemos”, disse a entidade em comunicado.

Do G1.com

Nossos Visitantes – registros apontam 27 países

REDAÇÃO INTERIOR

Uma inovadora ferramenta do WordPress nos mostra algo interessantíssimo, o website do Interior já foi visitado por internautas de 27 países, claro, incluindo o Brasil.

Está marca deixa-nos alegre, pois a internet proporciona uma grande divulgação em todo o planeta. Nosso foco é a cidade de São João, mostramos galerias com fotos antigas e atuais do município, história, cultura, notícias, nosso intuito é a divulgação de nossa terra, e estamos aos poucos conseguindo.

As redes sociais tem se tornado um aliado na divulgação, mas ultimamente, a frequência de acesso vem sendo feita por meios de sites de buscas, isso significa que as pessoas estão procurando informações postas por nós (Interior), e isso nos incentiva ainda mais.

Agradecemos a todos que tem prestigiado nossos trabalhos, sei que tem são-joanense espalhado por todo o mundo, e se você é de algum país desses, comente, faça parte desta história.

INTERIOR E VOCÊ, JUNTOS FAZENDO ACONTECER!

paises que visitam o Blog

Blog Interior Informa

GOLPE: população protesta na Tailândia

MUNDO// GOLPE DE ESTADO

Centenas de manifestantes protestaram na manha desta sábado (24) contra o chefe do Exército da Tailândia, Prayuth Chan-ocha, que surpreendeu o país e o mundo ao anunciar um golpe de Estado na última quinta-feira, primeira tentativa de golpe bem sucedida desde que o final da monarquia em 1932.

Os manifestantes caminharam mais de sete quilômetros pelas ruas da cidade em direção ao centro da capital, onde mais pessoas devem se juntar ao protesto. Após o golpe, o general proibiu reuniões de mais de cinco pessoas.

“Nós não queremos um golpe de Estado e que não queremos Prayuth como um primeiro-ministro”, disse um dos manifestantes. O grupo reivindica a realização de eleições.

Fonte: Agência Estado

Blog Interior Informa

Profissão de risco tem atriz recifense como maior atração

CRÍTICA// PERNAMBUCANA Rebecca da Costa

Rebecca da Costa em cena de Profissão de risco California Filmes/Divulgação

Rebecca da Costa em cena de Profissão de risco
California Filmes/Divulgação

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Rebecca da Costa divide a cena com Robert De Niro e John Cusack

Uma femme fatale de 1,80 metro, seios grandes e boca sensual, nascida no Recife, é o principal chamariz do longa-metragem Profissão de risco, de David Grovic, que estreia hoje em várias cidades brasileiras. A morena Rebecca da Costa, ex-modelo do cast da Elite, divide a cena com Robert de Niro e John Cusack em seu primeiro trabalho de grande visibilidade em Hollywood.

Apesar de ganhar lançamento nos cinemas, Profissão de risco (The bag man, nos Estados Unidos, e Motel room 13, na Europa) não é muito melhor do que os filmes de baixo orçamento que constituem a maior parte da filmografia de Rebecca, como Fuga alucinante e Sete almas, já disponíveis em vídeo no Brasil. No entanto, as presenças de Robert de Niro e John Cusack elevam a produção para outro patamar.

Profissão de risco faz parte de um subgênero que se convencionou chamar, nos anos 1980, de neon noir. Tirando umas quatro cenas, a história do filme se desenvolve durante à noite. A principal locação é um motel de beira estrada na Luisiana, no Sul dos Estados Únicos. É das brumas noturnas, quase como uma aparição, que surge a personagem interpretada por Rebecca.

De cabelos azuis, shortinho e blusa vermelha – ou seja, vestida para matar –, ela aborda Jack Smith (Cusack), um criminoso que aluga o quarto número 13 do motel onde espera a chegada do chefe, o falastrão Dragna (De Niro) para entregar uma bolsa. Na primeira cena do filme, em um avião, Dragna lhe entrega a encomenda com o alerta para Jack nunca olhar seu conteúdo até o dia do reencontro entre eles.

Aparentemente a bolsa funciona como um MacGuffin, um dispositivo de roteiro, muito usado pelo cineasta Alfred Hitchcock para impulsionar a narrativa. Assim um bando de malfeitores, sempre à soldo de Dragna, aparece para pegar a bolsa de Jack. Sem ele ver, a mulher se esconde no banheiro de seu quarto fugindo de dois gigolôs.

Empurrados pelo destino, Jack e a mulher – que se chama Rivka, é loura e israelense, embora também apareça de peruca preta – enfrentam vários bandidos e até a polícia para salvaguardar a bolsa. É na delegacia onde a personagem de Rebecca é mais exigida. Depois de quase estuprada pelos policiais, Rivka ainda ajuda Jack a se safar até o grande encontro com Dragna.

Em alguns momentos, o filme lembra os thrillers que inundaram o cinema americano no anos 1990, quando todos os roteiristas imitavam os diálogos de Quentin Tarantino. As falas de Dragon, por exemplo, parecem textos congelados no tempo. Apesar de fraco, Profissão de risco é um veículo importante para Rebecca. Vamos ver o que o futuro lhe reserva na Cidade dos Sonhos.

Do NE 10

Blog Interior Informa

Discurso de CHARLIE CHAPLIN em “O Grande Ditador”

Reflexão

“Desculpem-me, mas eu não quero ser um Imperador, esse não é o meu objectivo. Eu não pretendo governar ou conquistar ninguém.
Gostaria de ajudar a todos, se possível, judeus, gentios, negros, brancos. Todos nós queremos ajudar-nos uns aos outros, os seres humanos são assim. Todos nós queremos viver pela felicidade dos outros, não pela miséria alheia. Não queremos odiar e desprezar o outro. Neste mundo há espaço para todos e a terra é rica e pode prover para todos.

O nosso modo de vida pode ser livre e belo. Mas nós estamos perdidos no caminho.

A ganância envenenou a alma dos homens, e barricou o mundo com ódio; ela colocou-nos no caminho da miséria e do derramamento de sangue.

Nós desenvolvemos a velocidade, mas sentimo-nos enclausurados:
As máquinas que produzem abundância têm-nos deixado na penúria.
O aumento dos nossos conhecimentos tornou-nos cépticos; a nossa inteligência, empedernidos e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco:
Mais do que máquinas, precisamos de humanidade;
Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura.

Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

O avião e o rádio aproximaram-nos. A própria natureza destas invenções clama pela bondade do homem, um apelo à fraternidade universal, à união de todos nós. Mesmo agora a minha voz chega a milhões em todo o mundo, milhões de desesperados, homens, mulheres, crianças, vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Para aqueles que me podem ouvir eu digo: “Não se desesperem”.

A desgraça que está agora sobre nós não é senão a passagem da ganância, da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano: o ódio dos homens passará e os ditadores morrem e o poder que tiraram ao povo, irá retornar ao povo e enquanto os homens morrem [agora] a liberdade nunca perecerá…

Soldados: não se entreguem aos brutos, homens que vos desprezam e vos escravizam, que arregimentam as vossas vidas, vos dizem o que fazer, o que pensar e o que sentir, que vos corroem, digerem, tratam como gado, como carne para canhão.

Não se entreguem a esses homens artificiais, homens-máquina, com mentes e corações mecanizados. Vocês não são máquinas. Vocês não são gado. Vocês são Homens. Vocês têm o amor da humanidade nos vossos corações. Vocês não odeiam, apenas odeia quem não é amado. Apenas os não amados e não naturais. Soldados: não lutem pela escravidão, lutem pela liberdade.

No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito:
“O reino de Deus está dentro do homem”
Não um homem, nem um grupo de homens, mas em todos os homens; em você, o povo.

Vós, o povo tem o poder, o poder de criar máquinas, o poder de criar felicidade. Vós, o povo tem o poder de tornar a vida livre e bela, para fazer desta vida uma aventura maravilhosa. Então, em nome da democracia, vamos usar esse poder, vamos todos unir-nos. Lutemos por um mundo novo, um mundo bom que vai dar aos homens a oportunidade de trabalhar, que lhe dará o futuro, longevidade e segurança. É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder, mas eles mentem. Eles não cumprem as suas promessas, eles nunca o farão. Os ditadores libertam-se, porém escravizam o povo. Agora vamos lutar para cumprir essa promessa. Lutemos agora para libertar o mundo, para acabar com as barreiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à intolerância. Lutemos por um mundo de razão, um mundo onde a ciência e o progresso conduzam à felicidade de todos os homens.

Soldados! Em nome da democracia, vamos todos unir-nos!

Olha para cima! Olha para cima! As nuvens estão a dissipar-se, o sol está a romper. Estamos a sair das trevas para a luz. Estamos a entrar num novo mundo. Um novo tipo de mundo onde os homens vão subir acima do seu ódio e da sua brutalidade.
A alma do homem ganhou asas e, finalmente, ele está a começar a voar. Ele está a voar para o arco-íris, para a luz da esperança, para o futuro, esse futuro glorioso que te pertence, que me pertence, que pertence a todos nós.
Olha para cima!
Olha para cima!”

TU LIDERAS A TUA VIDA

(Tradução, Fernando Barroso)

Blog Interior Informa-interior-informa

BLOG INTERIOR INFORMA; PRODUTO DA TERRA!

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Em muito nos orgulha poder fazer parte desses acontecimentos, poder transmitir informação de maneira concisa e direta. Em menos de nove meses de existência, o Blog Interior Informa se transformou no principal canal de informações sobre a cidade de São João na rede. Foram mais de 26 mil acessos, uma média de 2.800 mensais. Uma verdadeira surpresa para nós, que começamos este trabalho sem tanta presunção, apenas querendo difundir informações sobre nosso município, sua cultura, seu povo, seu potencial, e que hoje nos tornamos visionários e fomentadores de opinião.

Queremos agradecer a todos que nos visitam e nos instigam a deixar o blog constantemente atualizado. São vocês os reais autores de nossas matérias, sem os quais de nada serviria esse domínio. Não deixe de comentar. Sua opinião é o que impulsiona nossa busca pela qualidade da informação.

Muito Obrigado a todos os internautas ligados no Interior Informa.

Editores

Contate-nos pelo e-mail
imp.ind.interior@outlook.com

Um Novo Mundo Requer Novos Meios - INTERIOR INFORMA

Um Novo Mundo Requer Novos Meios – INTERIOR INFORMA

Blog Interior Informa

Malásia revista casa de piloto e confirma desvio deliberado da rota de aeronave

Primeiro ministro Najib Razak divulgou novas informações em entrevista coletiva

Primeiro ministro Najib Razak divulgou novas informações em entrevista coletiva

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KUALA LUMPUR — Os sistemas de comunicação do avião que fazia o voo MH370, da Malaysia Airlines, foram deliberadamente desabilitados, afirmou na manhã deste sábado o primeiro-ministro do país, Najib Razak. De acordo com informações de um satélite militar da Força Aérea da Malásia, em seguida, o avião mudou de curso de forma intencional, podendo ter continuado a voar por mais sete horas.
Segundo o depoimento de Razak dado em entrevista coletiva na manhã deste sábado (no horário de Brasília), os movimentos são consistentes de que houve uma ação deliberada de alguém no avião.

Logo após a fala do governante, a polícia foi até a casa do piloto da aeronave, Zaharie Ahmad Shah, de 53 anos, em busca de provas e evidências a respeito do desaparecimento da aeronave.
Shah vivia em um condomínio fechado na cidade de Shah Alam, que fica a 30 minutos de Kuala Lumpur. Segundo informações da CNN, até o início do dia ainda não havia presença policial na casa co-piloto Fariq Ab Hamid, de 27 anos.

As novidades divulgadas uma semana após o desaparecimento do avião mudam o rumo das investigações. Agora, o trabalho tornou-se uma grande investigação criminal. As autoridades também voltaram as atenções ao perfil dos passageiros e tripulantes.

O voo MH-370 da Malaysia Airlines desapareceu com 239 pessoas no dia 8 de março. Ele saiu Kuala Lumpur para Pequim às 12h40m hora local e sumiu das telas dos controladores de tráfego aéreo após cerca de uma hora e vinte minutos.
Razak esclareceu que as novas evidências mostradas pelo satélite apontam como alto o grau de certeza de que um dos sistemas de comunicação da aeronave – o The Aircraft and Communications Addressing and Reporting System – foi desativado pouco antes da chegada à costa leste da Malásia.

O ACARS (na sigla em inglês) é um serviço que permite que os computadores a bordo do avião “conversem” com as máquinas que estão em terra e veiculem informações do voo e da saúde de seus sistemas.
Ainda segundo o primeiro-ministro, pouco tempo depois, perto da fronteira do controle de tráfego entre a Malásia e o Vietnã, o transponder do avião – que emite um sinal de identificação – foi desligado.
De acordo com o radar militar, o avião, em seguida, virou-se e voou de volta à Malásia, antes de seguir na direção noroeste.

O primeiro-ministro explicou que, de acordo com as novas informações obtidas, o voo MH-370 continuou emitindo sinais para um satélite até as 8h14m locais de sábado (21h14m de Brasília da sexta-feira).
O primeiro-ministro se recusou a falar de sequestro, mas a exposição que apresentou aponta para esse sentido, segundo interpretação das agências de notícias.

Razak relatou que com essas novas informações, o foco das buscas deixa de ser o mar do sul da China e passa a ser dois “corredores”: um ao norte, da Tailândia à fronteira entre Cazaquistão e Turcomenistão, o que levantaria a hipótese de que o avião caiu em terra, ou pousado; e outro ao sul, da Indosésia ao Oceano Índico.

Do OGlobo

Blog Interior Informa

Zuckerberg: governo dos EUA é ameaça à internet

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O fundador e diretor-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou nesta quinta-feira que telefonou para o presidente Barack Obama para dizer que o governo americano está acabando com a confiança na internet com seus programas de espionagem.

Para Mark Zuckerberg, o governo americano está causando danos.

“Liguei para o presidente Obama para expressar minha frustração com o dano que o governo está criando para o nosso futuro”, afirmou Zuckerberg, em um texto em sua página oficial na rede social, mostrando sua irritação com Washington.

“Infelizmente, parece que vai demorar muito até que seja feita uma reforma completa”, lamentou.

“O governo dos Estados Unidos devia ser um defensor da Internet, não uma ameaça. Devia ser transparente em relação ao que está fazendo, ou as pessoas vão pensar o pior”, acrescentou.

O comentário foi publicado um dia depois da revelação de que a Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) imitou servidores do Facebook para infectar computadores com um malware que possibilitava a coleta de dados de computadores em escala massiva.

Do Diário de Pernambuco

Blog Interior Informa

Americano deixa a prisão depois de passar 30 anos injustamente no corredor da morte

Foto // Divulgação

Foto // Divulgação

Um homem que passou 30 anos detido no corredor da morte em uma penitenciária da Louisiana, sudeste dos Estados Unidos, foi libertado depois que um tribunal anulou sua condenação por assassinato.

Glenn Ford, de 64 anos, um dos prisioneiros que estava há mais tempo no corredor da morte nos Estados Unidos, foi liberado depois que a justiça obteve informações que o absolviam da acusação de um assassinato cometido em 1983.

“Minha mente segue em todas as direções, mas está bem”, disse Ford aos jornalistas pouco depois de deixar a penitenciária estadual da Louisiana na terça-feira.

Ford, um afro-americano que estava no corredor da morte desde 1984, quando foi condenado por um júri integrado totalmente por brancos, afirmou que perdeu a maior parte da vida.

“Meus filhos, quando parti, eram bebês. Agora são homens com filhos”, disse.

Um juiz ordenou a libertação de Ford depois que os promotores solicitaram ao tribunal a liberdade do réu, anunciou a organização Capital Post Conviction Project da Louisiana.

A nova informação obtida corroborou o que Ford havia alegado durante todos os anos: ele não estava presente no local nem estava envolvido no homicídio do joalheiro Isadore Rozeman, cometido em novembro de 1983, destacou a organização.

Rozeman foi encontrado morto, com marcas de tiros, atrás do mostrador de sua joalheria em 5 de novembro de 1983. As notícias da época indicam que a arma nunca foi encontrada e que o crime não teve testemunhas.

“Glenn Ford é a prova viva do quão imperfeito é realmente nosso sistema de justiça”, afirmou Thenjiwe Tameika, integrante da Anistia Internacional, segundo o canal CNN.

A emissora CBS recordou que, de acordo com as leis de Louisiana, qualquer pessoa que tenha passado um período na prisão e que depois é exonerada das acusações deve receber uma compensação.

A lei determina o pagamento de 25.000 dólares por cada ano de detenção injusta até o valor máximo de 250.000 dólares, além de outros US$ 80.000 pela perda de “oportunidades de vida”.

Do NE10

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