Arquivo da categoria: Política

MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO FARÁ PARTE DA NOVA MESA DIRETORA DA CODEAM

A Comissão de Desenvolvimento do Agreste Meridional (CODEAM) promoveu hoje, dia 11, a eleição para escolha da Mesa Diretora que comandará os destinos daquela Instituição entre os anos de 2015 e 2016. Uma única chapa foi apresentada, marcando o consenso entre os Prefeitos da Região na condução dos trabalhos da Comissão no próximo Biênio.

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A CODEAM e o Consórcio CODEAM passará a ser comandada pelo Prefeito de Inajá, Leonardo Martins (PSDB), que é primo do deputado Estadual, Claudiano Filho, também PSDB. Neide Reino (PSB), prefeita de Capoeiras, será a Vice-presidente. O Prefeito de Garanhuns, Izaías Régis (PTB) assumirá a Secretária Geral e Gilvan Araújo, Prefeito de Manari, será o Tesoureiro, o prefeito de São João, Genaldi Ferreira Zumba (PSD), será o Diretor de Esportes, Cultura e Direitos Humanos.

Nomes como Ricardo Alves (Saloá); Marco Calado (Angelim); Ronaldo Ferreira (Brejão); Felipe Porto (Canhotinho) e Danilo Godoy (Bom Conselho) também integram a nova Diretoria da CODEAM. O ex-prefeito de Brejão, Sandoval Cadengue (PSB), assumirá a função de Secretário Executivo da CODEAM, em substituição ao ex-prefeito de Palmeirina, Eudson Catão (PSB).

Com informações do Blog de Carlos Eugênio.

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Pesquisa ISTOÉ/Sensus: Aécio e Marina empatam

Novo levantamento mostra que candidato do PSDB chega ao dia do pleito com mais condições de avançar ao segundo turno do que a representante do PSB

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A pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 30 de setembro e a sexta-feira 3 indica que 14,4% dos eleitores admitem mudar de voto e que outros 9,4% ainda não definiram em quem votar para a sucessão presidencial. É esse universo de aproximadamente 35 milhões de eleitores que irá definir quem deverá enfrentar a presidenta Dilma Rousseff (PT) no segundo turno: Aécio Neves (PSDB) ou Marina Silva (PSB). A tendência, segundo Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus, é a de que o tucano passe para a fase final da disputa. “Os números mostram que Marina vem perdendo votos diariamente, em movimento contrário ao de Aécio, que em menos de um mês teve um crescimento de pontos percentuais no índice de intenção de voto”, diz Guedes. “Soma-se a isso o fato de que a perda de votos da candidata do PSB vem acompanhada de um aumento no seu índice de rejeição, o que representa uma dificuldade maior da candidata para obter o voto indeciso ou o voto mais volátil”, explica. O levantamento, realizado em 136 municípios de 24 Estados, mostra que o índice de eleitores que afirmam não votar em Marina de forma alguma saltou de 33% para 38,8% apenas nos últimos sete dias. No mesmo período, a rejeição ao tucano praticamente não variou.

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De acordo com o levantamento, a presidenta Dilma Rousseff tem 37,3% das intenções de voto, Marina Silva 22,5% e Aécio Neves 20,6%. Nos últimos sete dias, a diferença entre Marina e Aécio caiu de 4,3 pontos percentuais para 1,9 ponto percentual. Os números apurados pela pesquisa ISTOÉ/Sensus confirmam a tendência mostrada pelas pesquisas internas feitas pelo comando das três principais candidaturas. No PT, o discurso oficial é o de buscar a vitória ainda no primeiro turno. Na prática, porém, o partido trabalha com o horizonte de uma disputa contra o tucano no segundo turno, reeditando a polarização PT/PSDB que vem marcando as campanhas presidenciais desde 1994. Foi esse o cenário que pautou a estratégia da candidata Dilma Rousseff no último debate antes do primeiro turno, realizado na noite da quinta-feira 2. A presidenta e o tucano acabaram sendo os principais protagonistas do embate. Marina Silva ocupou lugar bem mais discreto, ao contrário dos debates realizados no início de setembro, quando a ex-senadora acreana surfava nas ondas das pesquisas eleitorais.

No QG de Marina, o clima é de abatimento. No início da tarda da sexta-feira 3, pesquisas internas mostravam que Aécio e Marina continuavam em empate técnico, mas com ligeira vantagem para o senador mineiro. A candidatura de Marina também sofre com a divisão interna entre os “sonháticos” da Rede e os líderes do PSB. Só na semana passada, por exemplo, é que Marina procurou uma aproximação com as alianças feitas pelos socialistas em Estados importantes, como São Paulo. Às vésperas da eleição, correu para distribuir material de campanha ao lado do governador Geraldo Alckmin, que deverá vencer a disputa no maior colégio eleitoral do País ainda no primeiro turno. Foi tarde demais. Nem mesmo os militantes do PSB se entusiasmaram com a tarefa. Já entre os tucanos, a ordem é apostar em um forte corpo-a-corpo com o eleitorado, usando para isso um exército de prefeitos, vereadores e deputados. As pesquisas também demonstram que o maior número de eleitores indecisos está localizado na região Sudeste. Trata-se de mais uma dado que pode ser decisivo em favor da candidatura de Aécio Neves. O PSDB tem no Sudeste do País suas principais lideranças e maiores redutos eleitorais.

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Para um provável segundo turno entre Dilma e Aécio, a pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra uma vantagem inicial de 8,9% a favor da presidenta. Esse dado, de acordo com Ricardo Guedes, não representa nenhum tipo de tendência consolidada, embora a história recente não demonstre viradas entre o primeiro e o segundo turno. “Ao contrário de outras eleições, a candidata que vem liderando o primeiro turno tem um imenso índice de rejeição (39,1%). E isso é um impeditivo para a reeleição”, afirma Guedes.

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PESQUISA ISTOÉ/Sensus
Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral – BR- 00918/2014
Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 Estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Campo – de 30 de setembro a 3 de outro de 2014
Margem de erro – +/- 2,2%
Confiança – 95%

Matéria original do web site ISTOÉ

Jornalista Dener Giovanini faz artigo sobre Marina e diz, saco vazio não para em pé.

Artigo Publicado Originalmente no Jornal Estado de São Paulo.

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Faltando poucos dias para a derradeira escolha dos eleitores brasileiros, uma tendência se consolida a cada divulgação de novos números das pesquisas: Marina Silva cai, despenca, rola ladeira abaixo. E o motivo para tanto desencanto dos eleitores não são as críticas de seus adversários ou a orquestração de uma “campanha de desconstrução” como bradam seus aliados. Marina Silva cai por uma única razão: saco vazio não para em pé.

A candidata do PSB não subiu nas pesquisas por que tinha propostas interessantes ou por que tinha poder de mobilizar grandes massas de seguidores entusiasmados. Marina só subiu porque o avião caiu. Se não fosse o triste acidente que ceifou a vida de Eduardo Campos, hoje Marina Silva estaria em casa costurando a barra de suas saias, como mostrou a imagem vazada por sua campanha, na tentativa de maquiá-la como uma mulher simples e humilde.

Humildade e simplicidade nunca fizeram parte da personalidade de Marina Silva. E o eleitor percebeu isso ao longo dessa campanha. Nem a sua tentativa de se mostrar como “a ungida” funcionou. Seus xales messiânicos, usados como adereço de fantasia de escola de samba, não conseguiram cumprir o seu papel de capa da mulher maravilha.

Marina Silva despenca porque, na sua tentativa de agradar a gregos e troianos, só conseguiu semear desconfiança, contradições e falsidades. Nessa campanha todos sabem o que exatamente pensam Luciana Genro, Aécio, Dilma, Eduardo Jorge, Pastor Everaldo e até o infame Levy Fidelix. Marina segue sendo uma incógnita.

A desconstrução da candidata do PSB é real e é capitaneada pela própria Marina Silva. Em seus “disse e não disse”, em suas contradições, em suas idas e vindas, em suas mentiras (vide o caso da votação da CPMF no Senado) e, principalmente, em suas constantes submissões a grupos que antes dizia combater, mostraram-na como realmente é: um saco vazio.

Ela se diz vítima da falta de tempo na TV. Os dois minutos a que tem direito pela legislação eleitoral não a impediram de crescer nas pesquisas. Crescer ela cresceu, só não se sustentou. E não se manteve em ascensão por que seus pés de barro ruíram.

A história de vida de Marina Silva lembra o roteiro do filme “A mão do macaco”, onde essa parte da anatomia dos símios era dada de presente às pessoas com o objetivo de realizar seus desejos. E toda vez que alguém recebia a tal “mão” e desejava algo, ele se concretizava. Só que de forma trágica. Lembro-me de uma cena em que um empresário falido e desesperado “pediu” à mão que o ajudasse a conseguir um milhão de dólares. No mesmo instante, o avião em que viajava a mãe do empresário caiu e ele recebeu exatamente um milhão de dólares do seguro de vida da pobre senhora.

Marina Silva é como um tsunami. Eles surgem do desequilíbrio na harmonia natural da vida e deixam marcas de destruição por onde passam. Assim foi sua passagem pelo PT, pelo PV, está sendo agora no PSB e assim será em qualquer outra agremiação partidária que se deixar iludir. E também assim como todos os Tsunamis, sempre acabará na praia, em meio aos entulhos e o desespero daqueles que conseguiram sobreviver.

E o saco vazio continuará seguindo a esmo.

O EFEITO DILMA

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Do jornalista Magno Martins:

Diferentemente do Ipespe, que apontou uma dianteira de 10 pontos percentuais para o candidato do PSB, a pesquisa do Ibope para governador divulgada ontem pela TV-Globo mostra um cenário de empate técnico entre Paulo Câmara (PSB) e Armando Monteiro (PTB). O socialista aparece com 39% contra 35% do trabalhista.

O Ibope surpreendeu muita gente, porque não confirmou a tendência de distanciamento de Câmara para Armando. Candidato da oposição, Armando cresceu três pontos e continua no páreo. O que está ocorrendo de novidade no cenário estadual? Um dado é inquestionável: a onda Marina era uma bolha.
Dilma colocou pelo Ibope nove pontos de dianteira em cima de Marina no primeiro turno e no segundo turno já está, numericamente, à frente da socialista – 43% a 42%. Marina já chegou a colocar sete pontos de vantagem no segundo turno, mas acabou recuando em todos os levantamentos graças ao bombardeio na propaganda eleitoral.

A reação de Armando, portanto, pode estar associada ao casamento da eleição nacional com a estadual e se Dilma continuar crescendo, como apontam todos os levantamentos, naturalmente tende a se beneficiar. No Rio, o candidato do PMDB, Luiz Fernando Pezão, passou Garotinho, o favorito.

Embora o PT tenha candidato no Rio, o senador Lindberg Farias, este não cresce na onda Dilma. Ali, como o PMDB tem uma aliança nacional com Dilma, a associação do eleitor com a presidente Dilma é feita com Pezão. Em Minas, o candidato do PT, Fernando Pimentel, chegou a 44% das intenções de voto contra 25% de Pimenta da Veiga, o candidato de Aécio.

Não há, portanto, em nenhum grande colégio eleitoral um candidato associado à Marina que esteja lucrando com a vinculação à sua imagem. Em São Paulo, o governador tucano Geraldo Alckmin tem como vice um socialista, mas a confirmação de sua reeleição em primeiro turno é mérito próprio, longe de qualquer vinculação à Marina.

Blog Roberto Almeida

A RAZÃO OCUPA O LUGAR DA EMOÇÃO

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Pesquisas qualitativas realizadas pelo PTB de Armando Monteiro detectaram desde a semana passada que o efeito da comoção causada pela morte de Eduardo Campos no eleitorado pernambucano tinha passado. Hoje a experiente jornalista Tereza Cruvinel, escrevendo sobre a campanha de presidente, credita a queda de Marina Silva a “dissipação da onda emotiva provocada pela morte insólita do ex-governador”.

Nesta reta final de campanha, tanto no âmbito nacional quanto estadual, deve prevalecer a razão. Afinal de contas vamos eleger o presidente e os governadores de Estado para um mandato de quatro anos e se cometermos um erro teremos de esperar até 2018 visando corrigi-lo.

Na eleição de presidente Dilma tem algumas vantagens sobre Marina e Aécio Neves: maior tempo na televisão e a máquina do Governo Federal. Como bem observou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso recentemente, é um poder que não se pode desprezar.

Caso venha o provável segundo turno, contudo, a disputa poderá ficar imprevisível. Marina (que hoje tem mais chances do que Aécio de passar a fase seguinte do processo eleitoral) terá o mesmo tempo de sua adversária Dilma e aí a vitória de uma ou de outra irá depender muito dos marqueteiros e do comportamento de cada candidata. Nos programas eleitorais do rádio e TV, nos debates, nas entrevistas, na campanha de rua. A petista se atropela com as palavras quando fala, é verdade, mas a socialista tem se revelado ainda mais frágil em seu discurso, principalmente porque pegou a mania de mudar de ideia de uma hora para outra, passando insegurança no seu projeto político. Se corrigir isso no segundo turno poderá emplacar, caso contrário a governista será reeleita.

No plano estadual o senador Armando Monteiro tem sido um gigante, pois está nitidamente em desvantagem desde que Paulo Câmara deu um pulo nas pesquisas de opinião pública. Com pouco tempo na televisão, menor número de partidos, deputados e prefeitos a apoiar sua candidatura só mesmo sua história de vida e a postura do candidato explicam sua resistência, chegando na reta final a apenas quatro pontos do adversário. Mas significativo ainda é que tenha crescido três pontos no Ibope enquanto o socialista ficou na mesma.

Armando tem menos poder de fogo para vencer a eleição: precisa se vincular cada vez mais a Dilma e a Lula, torcendo para que a presidente continue crescendo na preferência popular, como vem acontecendo. E necessita ter um desempenho muito superior a Paulo Câmara no debate da Globo para deixar o eleitorado convencido de que é o melhor para Pernambuco.

O socialista tem o seu exército e seus trunfos: mais prefeitos, partidos, candidatos, militância e recursos. Mas se não afinar o discurso e gaguejar na reta final, principalmente nos debates da TV Clube e Globo, poderá entregar uma eleição que esteve ganha.
(Imagem: Diário de Pernambuco).

Blog Roberto Almeida

Veja a agenda dos candidatos ao governo de PE para esta segunda, 15

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Veja abaixo a agenda dos candidatos ao governo de Pernambuco, listados em ordem alfabética, nesta segunda-feira (15).

Armando Monteiro (PTB)
8h – Gravação do guia
12h – Almoço com funcionários e empresários da Parqtel
Local: Empresa Tron – Rua Ministro Mário Andreazza, N º 03, Quadra N, Módulo 8, Várzea, Recife/PE
14h30 – Sabatina na Fiepe
Local: Fiepe – Av. Cruz Cabugá, 767, Santo Amaro – Recife/PE
17h30 – Caminhada em Santo Amaro
Local: Av. Cruz Cabugá, em frente ao Hospital do Câncer, Recife/PE
19h – Plenária dos Setoriais da Coligação Pernambuco Vai Mais Longe
Local: Comitê do Pina – Av. Herculano Bandeira, 692, Pina – Recife/PE

Jair Pedro (PSTU)
Não enviou a agenda até 6h55.

Miguel Anacleto (PCB)
16h30 – Reunião com Coordenação de Campanha na Sede do PCB (Rua do Príncipe, nº 720 – próximo à Unicap)
18h30 – Reunião com a União da Juventude Comunista-UJC, na sede do PCB

Pantaleão (PCO)
Manhã – Reunião com grupo de trabalhadores gráficos
Tarde – Panfletagem nos bairros de Mangueira e Mustardinha

Paulo Câmara (PSB)
12h – Entrevista ao Vivo no NETV 1ª Edição
Local: Rede Globo
17h – Diálogo da Indústria com Candidatos ao Governo de Pernambuco
Local: Fiepe, na Avenida Cruz Cabugá, 747, Santo Amaro.
21h – Jantar com Professores
Local: Jo Joo Creative Sushi, na Avenida 17 de Agosto, 1661, Casa Forte.

Zé Gomes (PSOL)
7h30 – Panfletagem na Unicap
Local: Rua do Príncipe, 526 – Boa Vista, Recife – PE, 50050-900
11h – Entrevista para TV Globo
Local: Comitê PSOL – Rua da Santa Cruz, 190 – Boa Vista
19h30 – Lançamento do programa de governo
Local: Comitê PSOL – Rua da Santa Cruz, 190 – Boa Vista

Do G1 Pernambuco

ARMANDO MONTEIRO E PAULO CÂMARA EMPATADOS EM PESQUISA DO IPESPE

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Na primeira pesquisa realizada pelo Ipespe em Pernambuco, os candidatos do PSB, Paulo Câmara, e do PTB, Armando Monteiro, aparecem rigorosamente empatados na preferência do eleitorado. Segundo o Instituto, se a eleição fosse hoje o socialista e o petebista teriam 33% dos votos. Os demais postulantes ao cargo de governador não chegaram a 1%.

Ainda de acordo com a pesquisa do Ipespe a soma dos eleitores que pretendem votar nulo, branco ou em nenhuma das opções disponíveis ficou em 9% e os indecisos representam 24% – percentual considerado baixo por especialistas.

A pesquisa foi realizada entre os dias 9 e 11 de setembro, sendo entrevistadas duas mil pessoas. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

SENADO – O deputado federal João Paulo (PT) lidera a pesquisa do Ipespe para o senado em Pernambuco com 30% das intenções de votos. O candidato do PSB, Fernando Bezerra Coelho, está em segundo lugar com 25% das intenções de votos na estimulada.

Criado em 1986, o IPESPE é considerado o maior Instituto de Pesquisas Eleitorais do Nordeste. O Instituto é comandado pelo sociólogo Antônio Lavareda, que trabalhou com o presidente Fernando Henrique Cardoso, com o governador Jarbas Vasconcelos e que nos últimos tempos estava ligado ao socialista Eduardo Campos.

Na semana passada, na pesquisa do Datafolha, Paulo apareceu com seis pontos de vantagem sobre Armando. Logo depois saíram números do Instituto do Maurício de Nassau, com uma pequena vantagem do socialista, mas configurando empate técnico. Agora os dois candidatos estão realmente empatados. Caso o Ipespe esteja certo, o petebista conseguiu uma pequena recuperação e seu adversário parou de crescer. Tudo indica que a eleição de Pernambuco será decidida na reta final, numa disputa empolgante.

Com informações do Blog Roberto Almeida

A candidatura de Marina Silva pode ser cassada por omissão de gastos e abuso de poder

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por Revista Forum

A Polícia Federal investiga se o avião que caiu com o candidato à presidência Eduardo Campos (PSB) foi comprado com dinheiro de caixa dois. Segundo levantamentos da PF, o avião pertence ao grupo A. F. Andrade, proprietária de usinas de açucar que já declarou falência e possui dívidas de R$ 341 milhões, portanto, não teria condições de comprar um jatinho.

Segundo reportagem publicada hoje (24) no jornal Folha de São Paulo, no dia 15 de maio deste ano, João Carlos Lyra de Melo Filho, empresário pernambucano e amigo de Eduardo Campos, assinou um termo de compromisso na compra do avião e indicou as empresas BR Par e a Bandeirantes Pneus como responsáveis pela dívidas de R$ 16 milhões junto à Cesnna.

Porém, a BR Par não existe no endereço que consta em seu registro na Junta Comercial, na avenida Faria Lima, na cidade de São Paulo. A empresa Bandeirantes foi recusada pela Cessna por falta de capacidade econômica.

Além das questões jurídicas que envolvem o avião e sobre quem é o seu dono, há indício de crime eleitoral. Pois, o PSB, para justificar o uso do avião necessita apresentar documentos que não existem.

O avião tem que ser doado por uma empresa dentro da lei eleitoral dos chamados bens permanentes, que vale para avião e carro. A campanha do PSB, que agora tem Marina Silva como candidata, terá que explicar como pagou as despesas com o avião, que estão avaliadas em R$ 1,2 milhão.

Para que não seja configurado como crime eleitoral e abuso de poder, todas as despesas que envolvem a utilização do jatinho tem de ser pagas com notas emitidas pela campanha.  Segundo rpeortagem de O Globo, as despesas no aeroporto de Santos Dumont foram pagas pela Lopes e Galvão, empresa com sede em uma escola infatil na cidade de Campinas (SP).

Se a prestação de contas da coligação Unidos Pelos Brasil for rejeitada, a candidatura de Marina Silva pode ser cassada por abuso de poder, omissão de despesas e a candidata se tornar inelegível.

O PSB declarou que está separando todos os documentos exigidos pela Justiça Eleitoral.

Foto: PSB

 

Planalto decreta luto de 3 dias pela morte de Eduardo Campos

NOTA OFICIAL

O Brasil inteiro está de luto. Perdemos hoje um grande brasileiro, Eduardo Campos. Perdemos um grande companheiro.

Neto de Miguel Arraes, exemplo de democrata para a minha geração, Eduardo foi uma grande liderança política. Desde jovem, lutou o bom combate da política, como deputado federal, ministro e governador de Pernambuco, por duas vezes.

Tivemos Eduardo e eu uma longa convivência no governo Lula, nas campanhas de 2006, 2010 e durante o meu governo.

Estivemos juntos, pela última vez, no enterro do nosso querido Ariano Suassuna. Conversamos como amigos. Sempre tivemos claro que nossas eventuais divergências políticas sempre seriam menores que o respeito mútuo característico de nossa convivência.

Foi um pai e marido exemplar. Nesse momento de dor profunda, meus sentimentos estão com Renata, companheira de toda uma vida, e com os seus amados filhos. Estou tristíssima.

Minhas condolências aos familiares de todas as vítimas desta tragédia.

Decretei luto oficial de 3 dias em homenagem à memória de Eduardo Campos. Determinei a suspensão da minha campanha por 3 dias.

Dilma Rousseff

Eduardo Campos morre na mesma data que Miguel Arraes

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Do NE10

Eduardo Campos nasceu em 1965, neto de um grande nome da política nacional, o ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes. Iniciou a vida política ainda na década de 1980, ao lado do avô. Foi candidato a prefeito de Recife, já foi deputado Federal e ministro da Ciência e Tecnologia no primeiro mandato do presidente Lula. O acidente que vitimou Campos aconteceu no mesmo dia da morte do avô, Miguel Arraes: 13 de agosto de 2005. 

Em 2006 se lançou como candidato ao Governo de Pernambuco, numa campanha em que aparecia nas primeiras pesquisas em posições pouco favoráveis. Com o início da campanha foi ganhando espaço e desbancou Humberto Costa,  candidato do PT, à época e chegou ao segundo turno, quando disputou e saiu vitorioso na disputa com Mendonça Filho (DEM). 

Eleito para um segundo mandato em 2010, o governador apresentou a maior eleição na história da democracia brasileira: mais de 80% dos votos válidos para governador em Pernambuco foram para Campos.

O socialista, presidente do PSB, deixou cargo de governador no início de 2014 para se dedicar à campanha presidencial, entrando em embate direto com o PT, que começou ainda no pleito municipal de 2012, quando o partido socialista decidiu lançar candidato próprio para Prefeitura de Recife. Em novembro de 2013, o PSB resolveu entregar todos os cargos que ocupava no governo federal, deixando de vez a base governista. 

Recentemente, Eduardo Campos desferia várias críticas à presidente Dilma Rousseff (PT),  porém sempre se mantendo com reservas ao falar do ex-presidente Lula, um de seus padrinhos políticos. 

Campos se lançou candidato a presidente numa chapa com a ex-ministra do meio ambiente, Marina Silva (PSB/REDE), terceira colocada na eleição presidencial de 2010, quando conquistou 20 milhões de voto.

Marina foi impedida de criar sua própria legenda por falta de assinaturas. A chapa de Campos e Marina aparece nas pesquisas de intenções de voto na terceira colocação.

 

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