Revista Eletrônica

Revista Eletrônica

A Revista Eletrônica disponibiliza aos leitores artigos de diversas áreas do conhecimento, aproveite boa leitura!

Obs.: (espaço aberto a todos que queiram publicar artigos)
____________________________________________________________________________________________________________________
A UTOPIA DOS SHOPPING CENTERS

Do sociólogo e cientista político marxista Emir Sader:

Na sua fase neoliberal, o capitalismo implementa, como nunca na sua história, a mercantilização de todos os espaços sociais. Se disseminam os chamados não-lugares – como os aeroportos, os hotéis, os shopping-centers -, homogeneizados pela globalização, sem espaço nem tempo, similares por todo o mundo.

Os shopping-centers representam a centralidade da esfera mercantil em detrimento da esfera pública, nos espaços urbanos. Para a esfera mercantil, o fundamental é o consumidor e o mercado. Para a esfera pública, é o cidadão e os direitos.

Os shoppings-centers representam a ofensiva avassaladora contra os espaços públicos nas cidades, são o contraponto das praças públicas. São cápsulas espaciais condicionadas pela estética do mercado, segundo a definição de Beatriz Sarlo. Um processo que igualiza a todos os shopping-centers, de São Paulo a Dubai, de Los Angeles a Buenos Aires, da Cidade do México à Cidade do Cabo.

A instalação de um shopping redesenha o território urbano, redefinindo, do ponto de vista de classe, as zonas onde se concentra cada classe social. O centro – onde todas as classes circulavam – se deteriora, enquanto cada classe social se atrincheira nos seus bairros, com claras distinções de classe

Os shopping, como exemplos de não-lugares, são espaços que buscam fazer com que desapareçam o tempo e o espaço – sem relógio e sem janelas – , em que desaparecem a cidade em que estão inseridos, o pais, o povo. A conexão é com as marcas globalizadas que povoam os shopping-centers de outros lugares do mundo. Desaparecem os produtos locais – gastronomia, artesanato -, substituídos pelas marcas globais, as mesmas em todos os shoppings, liquidando as diferenças, as particularidades de cada pais e de cada povo, achatando as formas de consumo e de vida.

O shopping pretende substituir à própria cidade. Termina levando ao fechamento dos cinemas tradicionais das praças públicas, substituídos pelas dezenas de salas dos shoppings, que promovem a programação homogênea das grandes cadeias de distribuição.

O shopping não pode controlar a entrada das pessoas, mas como que por milagre, só estão aí os que tem poder aquisitivo, os mendigos, os pobres, estão ausentes. Há um filtro, muitas vezes invisível, constrangedor, outras vezes explicito, para que só entrem os consumidores.

Nos anos 1980 foi organizado um passeio de moradores de favelas no Rio de Janeiro a um shopping da zona sul da cidade. Saíram vários ônibus, com gente que nunca tinham entrado num shopping.

As senhoras, com seus filhos, sentavam-se nas lojas de sapatos e se punham a experimentar vários modelos, vários tamanhos, para ela e para todos os seus filhos, diante do olhar constrangido dos empregados, que sabiam que eles não comprariam aqueles sapatos, até pelos seus preços. Mas não podiam impedir que eles entrassem e experimentassem as mercadorias oferecidas.

Criou-se um pânico no shopping, os gerentes não sabiam o que fazer, não podiam impedir o ingresso daquelas pessoas, porque o shopping teoricamente é um espaço público, aberto, nem podiam botá-los pra fora. Tocava-se ali no nervo central do shopping – espaço público privatizado, porque mercantilizado.

O shopping-center é a utopia do neoliberalismo, um espaço em que tudo é mercadoria, tudo tem preço, tudo se vende, tudo se compra. Interessa aos shoppings os consumidores, desaparecem, junto com os espaços púbicos, os cidadãos. Os outros só interessam enquanto produtores de mercadorias. Ao shopping interessam os consumidores.

Em um shopping chique da zona sul do Rio, uma vez, uns seguranças viram um menino negro. Correram abordá-lo, sem dúvida com a disposição de botá-lo pra fora daquele templo do consumo. Quando a babá disse que ela era filho adotivo do Caetano Veloso, diante do constrangimento geral dos seguranças.

A insegurança nas cidades, o mau tempo, a contaminação, o trânsito, encontra refúgio nessa cápsula, que nos abriga de todos os riscos. Quase já se pode nascer e morrer num shopping – só faltam a maternidade e o cemitério, porque hotéis já existem. A utopia – sem pobres, sem ruídos, sem calçadas esburacadas, sem meninos pobres vendendo chicletes nas esquinas ou pedindo esmolas, sem trombadinhas, sem flanelinhas. O mundo do consumo, reservado para poucos, é o reino absoluto do mercado, que determina tudo, não apenas quem tem direito de acesso, mas a distribuição das lojas, os espaços obrigatórios para que se possa circular, tudo comandado pelo consumo.

Como toda utopia capitalista, reservada para poucos, porque basta o consumo de 20% da população para dar vazão às mercadorias e os serviços disponíveis e alimentar a reprodução do capital.

Mas para que essas cápsulas ideais existam, é necessário a super exploração dos trabalhadores – crianças, adultos, idosos – nas oficinas clandestinas com trabalhadores paraguaios e bolivianos em São Paulo e em Buenos Aires, em Bangladesh e na Indonésia, que produzem para que as grandes marcas exibam as roupas e os tênis luxuosos em suas esplendorosas lojas dos shoppings.

O choque entre os mundo dos shoppings e o dos espaços públicos remanescentes – praças, espaços culturais, os CEUS de São Paulo, os clubes esportivos públicos – é a luta entre a esfera mercantil e a esfera pública, entre o mundo dos consumidores e o mundo dos cidadãos, entre o reino do mercado e a esfera da cidadania, entre o poder de consumo e o direito de todos.

É um enfrentamento que está no centro do enfrentamento entre o neoliberalismo e o posneoliberalismo, entre a forma extrema que assume o capitalismo contemporâneo e a formas de sociabilidade solidaria das sociedades que assumem a responsabilidade de construir um mundo menos desigual, mais humano.
____________________________________________________________________________________________________________________

José Lucas Dos Santos Silva Bacharelando em Direito pela Associação Caruaruense de Ensino Superior - ASCES. Editor no blog regional "Interior Informa" (interiorinforma.worpress.com). Mora na cidade de São João, localizada no agreste de Pernambuco.

José Lucas Dos Santos Silva
Bacharelando em Direito pela Associação Caruaruense de Ensino Superior – ASCES. Editor no blog regional “Interior Informa” (interiorinforma.worpress.com). Mora na cidade de São João, localizada no agreste de Pernambuco.


ANÁLISE DA ESPIONAGEM COMO QUEBRA DE DIREITO NO ÂMBITO INTERNACIONAL

ANÁLISE DA ESPIONAGEM COMO QUEBRA DE DIREITO NO ÂMBITO INTERNACIONAL E LEGITIMIDADE MORAL-CONSENSUAL DE ACORDOS ENTRE ESTADOS ESTRANGEIROS

“O homem é o lobo do homem”, disse Hobbes, descrevendo o conflito natural entre aqueles que compartilham dos mesmos instintos e necessidades. E seria essa tendência natural do homem a gerar conflitos que o levaria a firmar acordos em busca de uma paz mútua, permitindo-lhes viver de forma pacífica numa sociedade complexa em prol do bem comum. Mas como não poderia deixar de ser, ao mínimo sinal de ameaça, os laços racionais que regem estes acordos são postos de lado, e o homem passa a usar sua astúcia de lobo para se sobrepor.

No mundo em que vivemos, onde a informação, a tecnologia e o desenvolvimento são cada vez mais intensos, é de suma importância que haja entre os Estados uma correlação que permita o benefício de todos, uma vez respeitados a integridade, soberania, e independência de cada um. Mas isso parece ter sido algo esquecido pelos Estados Unidos, que atualmente enfrenta uma forte pressão internacional contra as recentes denúncias de espionagem promovida em nome da segurança nacional. Talvez o conceito explicado por Hobbes seja claramente aplicável a este caso, onde vemos que o detentor de uma hegemonia mundial vê seu poder e economia ameaçados pelo crescimento daqueles que um dia foram seus “subordinados”, e que hoje começam a ganhar visibilidade própria, feito o Brasil. Uma mistura de interesses políticos e econômicos norteiam tais atitudes, fazendo imperar uma nuvem de desconfiança sobre os reais intuitos do Estado transigente.

Porém, algo que se fez bastante aparente, foi uma certa conivência da população americana, onde, mesmo com algumas críticas ao sistema empregado, muitos defendem o pensamento de que ”
ele está no direito defender seu país, e que pode se utilizar de quaisquer recursos necessários para fazê-lo”. Isso é fácil compreensível se partirmos do pressuposto de que uma sociedade é formada por indivíduos que compartilham de interesses comuns, sem falar na adoção do sistema capitalista – cada um por si e a sorte por todos.

Essa não foi a primeira vez que os Estados Unidos justificam suas ações com o argumento da Defesa Nacional. Pode-se perceber a repetição desse discurso em vários momentos. Seja para justificar a guerra contra o Iraque, o confronto contra a Síria ou qualquer outros de deus atos de repressão externa. Percebe-se assim a construção de um discurso de vitimização e medo, que foi assimilado pela população; seria apenas mais uma falácia política usada para disfarçar a quebra de sigilo e ocultar seus reais interesses econômicos e de poder. Segundo Foucault,
“em toda a sociedade a produção do discurso é ao mesmo tempo controlada, selecionada, organizada e redistribuída por certo número de procedimentos que têm por função conjurar seus poderes e perigos, dominar seu acontecimento aleatório, esquivar sua pesada e temível materialidade.”

Se de forma prática pudéssemos unir Foucault a Hobbes, chegaríamos a conclusão de que os pactos sociais seriam apenas uma forma de disfarçar o receio de ataque, enquanto é arquitetado um meio de se sobrepujar. Afinal, qual seria a melhor maneira de um país, dito democrático, ir contra seus próprios princípios senão justificar sua transgressão a uma norma pactuada e de valor jurídico pela obediência a uma lei de maior importância, uma vez que a “Defesa Nacional”, assim como a “Soberania”, figura no topo da lista de prioridade dos Estados. Logo, seus crimes de Estado são apenas prevenções contra possíveis ataques de outros Estados, o que torna o discurso dos seus líderes legitimado e aceito pela população. Assim como o Brasil, a maioria dos Estados atribui valor de lei aos acordos internacionais, seja ele de paz, colaboração, de direitos etc., e isso faz com que se crie uma aparente moralidade de respeito entre eles, já que a aceitação de um acordo e seus termos implica – logicamente – na submissão às normas de comportamento nele explicitados ou subtendidos. Mas uma vez que cada Estado possui seu conjunto de culturas, e tais culturas valores compartilhados por seus adeptos, mesmo a aceitação e submissão a regras internacionais está repleta de razões ocultas que guiam os interesses generalizados de uma população.

“… afirma-se que o valor prende-se essencialmente a algum elemento integrante da coisa. Mas é a maneira pela qual a coisa afetaria o sujeito coletivo e, não mais o sujeito individual, que daria o seu valor. A avaliação seria objetiva pela simples razão de ser coletiva.”

Com isso, percebe-se que o Tio Sam, já malquisto por boa parte da população internacional, criou em sua história um discurso de defesa nacional para justificar seus atos de repressão e violação de direitos internacionais, remetendo sempre a acontecimentos anteriores (II Guerra Mundial, atentado de 11 de setembro, por exemplo) que foram veiculados de maneira massiva e vitimada. Tais argumentos são empregados para burlar as normas do Direito Internacional, criando uma visão ambígua acerca da legitimidade jurídica de tais acordos e convenções. Essa dinâmica de busca pelo poder hegemônico não é apenas natural dos Estados Unidos; o próprio Brasil violou um de seus princípios ao não conceder o asilo político (Art. 4º, X) àquele que expôs os esquemas de espionagem, evidenciando relações de interesses de poder junto aos EUA. Sendo assim, subtende-se que a lei possa ser um dispositivo subjugado quando, no mesmo patamar, encontra-se a possibilidade de ganho de poder.

BIBLIOGRAFIA
Foucault, Michel. 1996. A ordem do discurso. [trad.] Laura Fraga de Almeida Sampaio. 17ª Edição. São Paulo : Edições Loyola, 1996.

Rodrigues, José Alberto. 2003. DURKHEIM. 9ª. São Paulo : Ática, 003. Análise da obra de Durkheim.

William Outhwaite & Tom Bottomore. 1993.Dicionário do Pensamento Social do Século XX. [trad.] Álvaro Cabral e Eduardo Francisco Alves. Rio de Janeiro : Zahar, 1993.
__________________________________________________________________________________________________________________

Creso Meneses -  Pedagogo pela Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE, na Unidade Acadêmica de Garanhuns - UAG,Concluindo o curso de pós-graduação em especialização em Psicopedagogia pela Universidade de Pernambuco - PE CAMPUS GUS, e Aluno Especial em Educação Contemporânea (Mestrado) - UFPE - Caruaru

Creso Meneses –
Pedagogo pela Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE, na Unidade Acadêmica de Garanhuns – UAG ,Concluindo o curso de pós-graduação em especialização em Psicopedagogia pela Universidade de Pernambuco – PE CAMPUS GUS , e Aluno Especial em Educação Contemporânea (Mestrado) – UFPE – Caruaru


Psicopedagogo: o profissional que desvela metodologias para sanar “dificuldades de aprendizagem” de alunos

*Creso Meneses Vieira da Mota

RESUMO: Nas últimas décadas a escola de Educação Básica tem sido chamada a rever suas metodologias de ensino, e a cobrar dos professores o conhecimento do contexto cultural e social de seus alunos, melhorando suas práticas de ensino e buscando novas formas de construção do conhecimento pelos alunos, que inclua uma compreensão e um aprendizado mais significativo para eles. É que nesta visão que há muitos professores ainda demostram insatisfação pelo educar focando suas dificuldades em construir um processo rico em significados.
Este trabalho tem como finalidade refletir sobre a função do psicopedagogo na construção e formação do aluno, assim como caracterizar e configurar as prováveis dificuldades de aprendizagem no ambiente escolar. Desse modo, a psicopedagogia trabalha sob pontos de vista psicológicos que dão suporte que apresenta uma área ativa e multifacetada, permitindo assim, um processo de aprendizagem dos alunos.
O profissional psicopedagogo contribui para o crescimento do processo da aprendizagem e auxilia no que diz respeito a qualquer dificuldade diagnosticada em relação ao rendimento escolar dos alunos. Os tipos de aprendizagens mais frequentes em alunos são dificuldade da fala, da escrita, distúrbios emocionais, retardos mentais, distúrbios de aprendizagens, deficiências físicas entre outras alterações como perda de auditivas, visuais que direta e/ou indiretamente afetam no aprendizado dos envolvidos.
Como profissionais precisamos conhecer o nosso alunado, pois como já foram citados, alguns fatores contribuem de maneira significativa para um bom ou mau aprendizado como o meio social, o ciclo familiar (o lado afetivo) entre outros que influenciam no comportamento dos alunos em classe. Dessa forma, o psicopedagogo carece diagnosticar e trabalhar dificuldades encontradas desse (s) aluno (s) para que isso não possa afetar na construção do conhecimento, uma vez que os nossos alunos muitas vezes vem de diferentes ambientes sociais e é fundamental que o profissional reconheça suas dificuldades e assim trabalha-las em prol de sanar as mesmas.
Desse feito, uma das alternativas de melhorar e diminuir dificuldades diagnosticadas são criar um grupo de profissionais (psicopedagogos) que busque métodos e soluções que tragam resultados para a construção do ensino-aprendizagem dos alunos. Uma metodologia eficaz nesse processo é compreender o processo pelo qual o ser humano constrói sua estrutura de personalidade na trama de relações sociais na qual está inserido, visto que desde o momento do nascimento, iniciamos esse processo de aprendizagem.
O ambiente é o contexto externo no qual a sua dificuldade se manifesta e fatores podem ser agravantes na aprendizagem e nas relações pessoais, recebendo interferências de vários fatores seja intelectual, psicomotor, físico, social e emocional. A teoria de Wallon expressa um procedimento muito forte na vida e construção do ser humano, esta aborda uma aprendizagem com base na construção do sujeito e do objeto, ou seja, com a qual ele construirá seu conhecimento da alternância entre afetividade de modo a relacionar com o cotidiano, discutindo ativamente com professor, estabelecendo reações mais íntimas entre professor-aluno.
Para sanar as dificuldades encontradas por alunos em sala de aula relatadas por muitos professores e especialistas, proponho refletir sobre o “método de Freire” no qual as pessoas (profissionais) chegam a uma consciência de sua realidade, por meio de um dialogo e da socialização, como ajudar uns aos outros, para alcançar a consciência da realidade em que vivemos e lutar contra o seu caminho para chegar à justiça social. Deve ser uma alfabetização por meio de um processo de conscientização e participação coletiva e social. Em sala de aula, o psicopedagogo pode e deve fomentar atividades que favoreçam aos alunos um método que segue os princípios de aprendizagem ativa, reflexiva, dialógica, crítica e que faça sentido na constante busca para a criação de uma consciência real.
Em consonância a prática do professor, Freire (1992) tem como fundamento a crença de que o educando assimila o objeto de estudo fazendo uso de uma prática dialética com a realidade, em contraposição a uma educação chamada por ele de bancária, tecnicista e alienante. Ou seja, o profissional precisa conquistar a confiança dos seus alunos para que essa prática alcance resultados significativos relacioná-los aos aspectos afetivos e cognitivos, permite uma atuação mais segura e eficiente.
Fals Borda (1979) desenvolveu uma metodologia conhecida como pesquisa-ação participativa, combinando teoria e pesquisa com a participação política. Isso se tornou popular em várias universidades latino-americanas e intrigou seus muitos admiradores na Europa e os EUA. No Brasil essa tendência foi admirada e compartilhada por alguns estudiosos que buscam inovar a maneira de como o sujeito (aluno) deve pensar e agir frente aos acontecimentos. No contexto educacional, a pesquisa-ação participação mostra uma reflexão visando o aluno autônomo, crítico e participativo no ambiente escolar, onde o professor age de maneira facilitadora enquanto o aluno um agente ativo na construção do conhecimento.
Contudo, pensando em alunos com dificuldades de aprendizagem no contexto escolar, é se remeter a todos os usos das teorias citadas. Cada estudioso e teórico traz uma maneira inovadora de compreender os conhecimentos e informações valorizando os conhecimentos prévios dos alunos e, a partir desses relacionar ao cotidiano dos mesmos. Seja qualquer teoria/metodologia trabalhada em sala de aula, o psicopedagogo deve centralizar o aluno e sua dificuldade, identificando a existência do problema, avaliação e o diagnostico do problema/dificuldade. Por fim, é válido salientar que alunos com dificuldades de aprendizagens precisam despertar seus sentimentos e habilidades e esses tem que ser prioridade no processo de ensino e aprendizagem para que esta seja produtiva e o papel do psicopedagogo é fundamental nessa construção socioeducacional, determinando suas ações, suas reações ,enfim suas práticas afetivas e sociais.

Palavras-chaves: Dificuldades de aprendizagem. Alunos. Psicopedagogo.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICA

CARRILO,Alfonso Torre .Orlando Fals Borda e a pedagogia da práxis. / Danilo R. Streck . (Org) Fontes da pedagogia latino-americana. Uma antologia. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010.

CATAÑO,Gonzalo. Orlando Fals Borda, Sociólogo del compromiso. Rev.econ.inst. vol.10 no.19 Bogotá July/Dec. 2008. Disponivel em: http://www.scielo.org.co/scielo.php?pid=S0124-59962008000200004&script=sci_arttext. Acesso em: 12. Jun.2013.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Site: http://geocities.yahoo.com.br/gagaufera2003/.Acesso em 12/ago./2011.

GALVÃO, Izabel. Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento infantil / Izabel Galvão. 18. ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2008 – Educação e conhecimento).

MOTA, Creso Meneses Vieira da .O papel das atividades experimentais no ensino de ciências nos anos iniciais / Creso Meneses Vieira da Mota. _Garanhuns, 2012 .Monografia (Curso de Licenciatura em Pedagogia). – Universidade Federal Rural de Pernambuco – Unidade Acadêmica de Garanhuns, 2012.

Blog Interior Informa-interior-informa

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Viagem: Na Ponta do Lápis

Blog de viagens com dicas de alimentação, hospedagem e roteiro

Interferência Urbana

O cinza e a cor

Criaturas de Ñanderu: Releituras

Espaço para partilha de resultados do trabalho em torno do livro Criaturas de Ñanderu, escrito pela autora indígena Graça Graúna e ilustrado por José Carlos Lollo

Falando em Literatura...

só boa literatura desde 2008

Brasil de Todo Mundo

Apresentando o Brasil para gente de todo o mundo

paisagem de interior

Um Novo Mundo Requer Novos Meios - Blog Interior Informa

Mundo da Robótica

Fazendo a ponte entre a teoria e a prática.

Educação Política

mídia, economia e cultura - por Glauco Cortez

Blog do EVALDO TEIXEIRA

Opinião, Política, Variedades, Religião...

INTERIOR INFORMA

Um novo mundo requer novos meios.

RUBEM

Revista da Crônica - Notícias, entrevistas, resenhas e textos feitos ao rés-do-chão.

%d blogueiros gostam disto: