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Dom Fernando é nomeado arcebispo para o Ordinariado Militar do Brasil

Destaque do Blog de Carlos Eugênio DIOCESE TERÁ UM NOVO BISPO: Papa nomeia Dom Fernando como arcebispo para o Ordinariado Militar do Brasil

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O papa Francisco nomeou hoje, dia 6, dom Fernando José Monteiro Guimarães como arcebispo do Ordinariado Militar do Brasil, com sede em Brasília-DF, transferindo-o da diocese de Garanhuns-PE.

O papa acolheu o pedido de renúncia de dom Osvino José Both, aos 76 anos, conforme prevê o cânon 401, parágrafo primeiro, do Código de Direito Canônico.

Dom Fernando Guimarães é natural de Recife-PE. Membro da Congregação do Santíssimo Redentor (CSSR), com profissão religiosa em 1969, sendo ordenado sacerdote aos 25 anos. Foi nomeado bispo pelo papa João Paulo II, em 12 de março de 1998. Recebeu a ordenação episcopal no mesmo ano, em Roma, escolhendo como lema “O nosso coração ardia”. É mestre em Filosofia e Direito Canônico pelo Ateneo Romano da Santa Cruz, em Roma. Possui doutorado em Teologia Moral pela Alfonsianum.

TRAJETÓRIA NO EPISCOPADO – Em sua caminhada episcopal, dom Fernando já assumiu diferentes funções na atividade pastoral da Igreja no Brasil.

Foi membro do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica, presidente da Comissão Episcopal para a implementação do Acordo Brasil-Santa Sé e consultor da Congregação para as Causas dos Santos, na Cúria Romana. Desde 2008, dom Fernando estava como bispo de Garanhuns-PE.

Dom Fernando Guimarães permanecerá a frente da Diocese de Garanhuns, agora como Administrador Diocesano, até à data de sua posse canônica como Arcebispo Militar do Brasil, que está marcada para o dia 7 de outubro de 2014, em Brasília, e cuja programação será anunciada em breve.

Na Copa do Mundo, o pessimismo foi goleado

Blog Interior Informa

A organização eficaz do mundial de futebol e o entusiasmo popular derrotam as previsões sombrias

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Verdadeira Zebra. Na mídia brasileira, apenas o jornal Zero Hora, de Porto Alegre, reconheceu o excesso de negativismo

A maior virada da Copa do Mundo aconteceu nos estádios, mas não exatamente em uma partida entre duas seleções. O fiasco previsto durante a fase de preparação do torneio não se confirmou e o evento surpreende até os mais otimistas, raros antes do início do Mundial. Os prognósticos do “desastre” e do “fracasso sem precedentes” deram lugar a um estado de ânimo completamente oposto. Talvez não seja a “Copa das Copas” como defende a presidenta Dilma Rousseff, tampouco desenha-se o vexame anunciado (e freneticamente esperado) por muitos.

De uma tenebrosa “epidemia de dengue” à “vergonha” antecipada pelo oportunista Ronaldo, falou-se de tudo contra o torneio. O ex-jogador é, aliás, um fenômeno. Apoiou a Copa, depois a criticou. No mesmo momento, por coincidência, declarou apoio a Aécio Neves na sucessão presidencial. Novamente voltou a elogiar a competição no papel de comentarista da Rede Globo.

A má vontade da mídia nativa contagiou os jornalistas estrangeiros a ponto de, nos últimos dias, vários meios de comunicação do exterior virem a público fazer um mea-culpa em relação ao pessimismo demonstrado nos meses que antecederam o evento. O espanhol El País disse com todas as letras: “Não era para tanto”. Segundo o jornal, esperava-se “uma espécie de apocalipse brasileiro, em que pouco ou nada ia funcionar como devia”.

“Havia quem pintasse uma imagem negra desta Copa do Mundo que se podia resumir assim: estádios sem terminar aos que se chegava por estradas inconclusas, rodeados de manifestantes antifutebol e policiais antimanifestantes em meio a gangues de delinquentes assaltando o torcedor desesperado, que se maldizia por não haver se conformado em assistir às partidas pela televisão de sua casa e que não podia fugir dali porque o metrô não funcionava por causa de uma greve selvagem que afundava a cidade em um engarrafamento monstro, escuro e pronto”, escreveu o diário madrilenho.

O francês Le Monde saudou “a improvisação brasileira” que “se revela à altura do evento” e falou em “milagre” ao elogiar uma Copa feita à imagem e semelhança do País: “Bagunçado e simpático, descontraído e acolhedor”. O New York Times fez um resumo sob o título: “Previsões apocalípticas viraram pequenos soluços”. O Washington Post ecoou o otimismo: “Copa é só cerveja, praia e futebol”. Os britânicos Guardian e BBC seguiram em idêntica toada. Com aeroportos e estádios em ordem e as estatísticas sobre os gols se multiplicando, alguns meios estrangeiros chegam a ecoar Dilma: a “melhor Copa do Mundo da história”. Verdadeira zebra.

Na mídia brasileira, apenas o jornal Zero Hora, de Porto Alegre, reconheceu o excesso de “negativismo” prévio. “Um balanço parcial do que aconteceu até agora livra o País da ameaça de um fracasso, fomentado pelos que, sob o pretexto de alertar para nossas deficiências, torciam contra o próprio país”, escreveu o diário gaúcho em editorial. E revelou o que muitos partidários da Copa perceberam desde o começo e que ficou evidente com o sucesso do evento. Havia críticas legítimas à realização do Mundial, mas muitos o atacaram com intuito meramente político. Resta uma pergunta: o Zero Hora integrava qual dos dois grupos?

Se o mau humor no jornalismo foi um fator decisivo para o pessimismo generalizado, a recíproca não se concretizou. Uma vez iniciada a Copa, uma onda espontânea de adesão surgiu e encontrou nas redes sociais o principal termômetro, motivado não só pela organização do Mundial em si, mas, principalmente, por um componente ignorado tanto pela mídia quanto pela oposição, o fator “boleiro”. Em outras palavras: a torcida se dispôs a colocar, ainda que brevemente, as insatisfações de lado para apreciar os jogos.

A força dos “boleiros” foi detectada em uma análise inédita feita pelo Laboratório de Estudos de Imagem e Cibercultura (Labic) da Universidade Federal do Espírito Santo. Os pesquisadores têm monitorado diariamente as redes sociais desde o início da Copa e chegaram a conclusões curiosas. A primeira delas é cromática: se durante as manifestações de junho passado a cor predominante nas imagens divulgadas pela rede foi o preto, com a Copa predomina o verde e amarelo das camisetas da Seleção, das bandeiras e dos gramados. Em termos de palavras, a frase “não vai ter Copa”, que se espalhava pela internet antes da abertura, diminuiu de forma abrupta à medida que os jogos empolgavam.

De forma pioneira, o Labic coletou em tempo real todas as imagens que apareceram no Twitter e observou um predomínio dos “memes” (fotos manipuladas com frases cômicas) nos posts mais compartilhados, o que reflete o bom humor atual em relação à Copa. Por trás dos “memes” estão os “boleiros”, ocupando os espaços midiáticos da rede à frente de quaisquer outros perfis.

“Mesmo sem deixar de lado suas convicções e de exercer a crítica quanto à forma com que a Copa foi organizada, o discurso ‘boleiro’ contaminou a rede de tal maneira que reduziu a visibilidade do público anti-Copa, ofuscou o discurso político”, avalia o coordenador do Labic, Fábio Gouveia. “O ‘não vai ter Copa’ permanece no dia seguinte à abertura, mas não resiste à repercussão dos primeiros jogos e cai de forma brutal. O verde e amarelo nas imagens prevalece, sobretudo pelo fato de as partidas serem disputadas durante o dia, com os estádios coloridos, mas também, de certa forma, pela alegria.”

Sobre o interesse dos estrangeiros, uma empresa de procura de hotéis, a Trivago, comparou as buscas de turistas do mundo por destinos brasileiros nos cinco primeiros meses de 2014 com o mesmo período do ano passado, e constatou aumento de 372%. Australianos, norte-americanos, holandeses e suíços puxaram as estatísticas para cima. Começam a surgir ainda pesquisas positivas que atestam a satisfação dos turistas com a Copa, como a realizada em Manaus pela Secretaria de Turismo estadual (80% dos ouvidos se declararam satisfeitos com quesitos como infraestratura urbana, equipamentos e serviços turísticos e 97% com a hospitalidade dos amazonenses).

A reviravolta na imagem do evento animou o governo. Nas pesquisas encomendadas pelo Palácio do Planalto, a reversão do pessimismo em relação à Copa do Mundo aparece de forma incontestável. A avaliação sobre a organização tem 58% de ótimo e bom, com a recepção aos turistas e os estádios no topo das análises positivas. Também a segurança pública e o funcionamento dos aeroportos derrotaram as previsões mais pessimistas. Não houve caos aéreo e jogadores e visitantes elogiaram o sistema. Transporte público e trânsito permaneceram, no entanto, com as percepções negativas de antes da Copa. Sinal de que o “boleiro” não é necessariamente alienado.

O recall de notícias feito pelo Planalto mostra que o noticiário esportivo passou a predominar sobre as notícias de manifestações e da organização do evento. A invasão dos torcedores chilenos ao Maracanã foi pouquíssimo mencionada pela mídia, apesar da tentativa, por parte de alguns veículos, de esticar um assunto menor. O engajamento é alto: apenas 16% dos entrevistados afirmaram não ter assistido a nenhum jogo, e 41% dos torcedores afirmaram ter assistido a todos os jogos que puderam, não somente aqueles da Seleção.

Outro levantamento, feito pelo PT, mostrou que os insultos à presidenta Dilma Rousseff na abertura da Copa do Mundo tiveram efeito contrário ao pretendido pelos torcedores presentes no Itaquerão. Desde 12 de junho, as menções negativas a Dilma, nas redes sociais, têm diminuído. Até o início da Copa, entre as 30 mil citações diárias à presidenta, dois terços eram negativas. Depois do espetáculo de grosseria no primeiro jogo, ela passou a ter 60% de menções positivas nas redes sociais.

Os torcedores brasileiros nos estádios são os atuais alvos das críticas da mídia especializada. No “País do futebol”, chama a atenção dos repórteres estrangeiros uma plateia desanimada e pouco criativa se comparada àquelas dos demais países, incapaz de vibrar com as vitórias da própria Seleção, a ponto de o atacante Neymar pedir aplausos após um de seus dois gols na vitória de 4 a 1 sobre Camarões. O máximo de empolgação demonstrada pela torcida é o Hino à capela. Ao contrário dos argentinos, não fizeram nem mesmo uma música para animar o time. Preferiram recorrer ao pouco original “sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”. A turma que se esforçou para obter um ingresso anda desmentindo um surrado ditado: o melhor do Brasil é o brasileiro.

*Reportagem publicada originalmente na edição 806 de CartaCapital, com o título “O pessimismo goleado”

Blog Interior Informa.

O Novo Brasil: Conquistas, Influências e Desafios

Blog Interior Informa

Pela primeira vez na história da democracia brasileira temos um governo de centro-esquerda tão longo, construído a partir do centro político e conduzido pelo PT. Agora, o desafio do PT e do governo Dilma é, ao mesmo tempo, manter esse centro político e construir uma nova agenda social para a classe trabalhadora do país. A avaliação é do economista Marcio Pochmann, ex-presidente do IPEA e atual presidente da Fundação Perseu Abramo, que participou de um debate segunda-feira à noite, no Hotel Everest, promovido pelo mandato do deputado federal Pepe Vargas (PT).

Pochmann fez um balanço sobre o período de doze anos dos governos Lula e Dilma, falou sobre os desafios que estão colocados para a continuidade desse projeto nos próximos anos e analisou o cenário internacional no qual se dará essa disputa, em especial no que diz respeito às relações entre Brasil e Estados Unidos.

Para contextualizar a natureza desses desafios, Marcio Pochmann situou a posição do Brasil hoje no mundo. “O Brasil não é um país do centro dinâmico capitalista. Não temos uma moeda forte internacionalmente, não temos uma produção tecnológica de peso, a nossa participação em patentes é muito débil e também não temos forças armadas de grande peso”. Ou seja, apesar de o protagonismo internacional do país ter aumentado significativamente nos últimos anos, o Brasil segue sendo um país da periferia capitalista e é neste contexto que os desafios para o futuro devem ser pensados.

O economista atribuiu o sucesso do projeto atualmente no comando do país ao grande grau de mobilização e enraizamento social do PT e à fragmentação da classe dominante provocada pelas políticas neoliberais. Esse quadro, assinalou Pochmann, permitiu que o PT chegasse ao governo federal com uma maioria política muito fragmentada e tendo que lidar com uma série de contradições geradas pelo neoliberalismo. Isso aconteceu também em virtude de uma nova relação adotada com o centro político. “Nós aprendemos com movimentos políticos anteriores, como o de João Goulart, que tentaram fazer reformas no Brasil, mas foram interrompidos pelas classes dominantes. Essas tentativas nos tornaram mais cuidadosos quanto às fragilidades da democracia no Brasil. A estrutura do nosso Judiciário é praticamente a mesma do tempo da ditadura. O Legislativo hoje, em todas as suas esferas, dá golpes no poder Executivo, caso esse afronte os interesses dominantes”.

Esse aprendizado com derrotas anteriores e a decisão de incorporar o centro político tiveram como uma de suas contrapartidas, assinalou ainda Pochmann, a necessidade de fazer uma série de concessões. “Temos uma democracia com problemas, com uma representação extremamente desigual. Um exemplo disso é o peso dos proprietários de terra no Congresso. Apesar desses limites e problemas, o PT está há 12 anos no governo federal e procurou fazer uma polarização mais avançada, mas sempre preservando o centro”. Para Pochmann, as três principais conquistas desse período foram as seguintes:

1. Reposicionamento do Brasil no mundo. O Brasil é hoje uma referência internacional. O país inventou outra diplomacia que, entre outras coisas, perdoou a dívida de países mais pobres e estabeleceu acordos de cooperação técnica. Nós mudamos o padrão de nossas relações comerciais, fortalecendo o eixo Sul-Sul. Nossas Forças Armadas estão firmando parcerias, como ocorreu agora com a Suécia no caso da compra dos caças, que envolvem transferência de tecnologia. Em parceria com França e Argentina, estamos construindo submarinos nucleares. Na licitação do campo de Libra, firmamos relações com chineses e franceses. Tudo isso expressa uma mudança significativa na política de inserção internacional do Brasil.

2. Construção de uma nova estratificação social. O salário mínimo aumentou mais de 70% em termos reais. Houve uma expansão do trabalho com a criação de 22 milhões de novos empregos, 90% deles com a carteira assinada. A média salarial do país, embora ainda seja baixa, chegou a dois salários mínimos, o que significou uma expressiva mudança na inserção social e econômica de milhões de pessoas.

3. Reinvenção do mercado. Hoje temos de 10 a 12 políticas públicas voltadas para pequenos empreendimentos, cerca de 4 milhões de microempreendedores individuais, que têm acesso a políticas de compras públicas e de microcrédito.

O reposicionamento dos EUA no cenário mundial

Ao contextualiza o cenário internacional no qual se dará a disputa eleitoral este ano Brasil, Pochmann destacou como tema central o reposicionamento dos Estados Unidos. “Desde 2008, os Estados Unidos estão com um problema sério e olham para a China cada vez com mais atenção. Os EUA estão deixando o Iraque e o Afeganistão em segundo plano e se preparando para enquadrar a China e também os BRICs. Além disso, estão enfrentando a crise energética apostando no xisto e ganharam em competitividade com a redução do custo de sua mão-de-obra nacional. Hoje, os EUA querem se livrar do Iraque e do Afeganistão e se concentrar na China”.

Neste cenário, acrescentou Pochmann, a eleição de 2014 no Brasil é chave para os Estados Unidos. Não é pouca coisa que está em jogo no futuro político do país. “O ataque que a Petrobras vem sofrendo não é só eleitoral, mas tem também um elemento de disputa comercial dramático. O Brasil precisa ter grandes empresas, públicas e privadas, para assumir uma posição menos periférica em um mundo onde as grandes corporações econômicas são responsáveis por dois terços dos investimentos em novas tecnologias. Além isso, precisa também construir um grande bloco de investimentos, como tivemos com Getúlio e JK, com capacidade de coordenar o investimento privado no país”.

Tarefas para o futuro

O economista apontou, por fim, algumas tarefas que o PT e seus aliados têm no próximo período para garantir a continuidade e o avanço do atual projeto. Entre elas, destacou:

Construção de uma nova agenda para a classe trabalhadora: temos um grande crescimento de trabalhadores no setor de serviços, de trabalho imaterial. Cerca de 22 milhões de pessoas entraram no mercado de trabalho e que não foram para os sindicatos. Nós temos um outro tipo de trabalho hoje, com grande expansão do trabalho imaterial, onde as pessoas estão conectadas 24 horas por dia. Não sei se as instituições que temos hoje são portadoras de uma agenda para o futuro. Tivemos cerca de 40 milhões de pessoas que ascenderam socialmente. Esse é um segmento em disputa.

Revolução na Educação: por que o filho do pobre tem que entrar no mercado de trabalho antes de terminar a universidade? O país precisa desenvolver um sistema de educação contínua, uma educação para a vida toda. Todas as grandes empresas brasileiras têm hoje uma universidade corporativa. Elas têm a consciência de que é preciso aprender e capacitar durante toda a vida. As pessoas estão vivendo mais e trabalhando até mais tarde. Cerca de um terço dos aposentados e pensionistas estão trabalhando.

Jornada de Trabalho: é preciso uma CLT de novo tipo para os trabalhadores do setor imaterial (serviços). Cada vez mais as pessoas estão trabalhando muito em casa e estão trabalhando mais. Nada disso está regulamentado.

Marco Aurélio Weissheimer
Via: Blog do Evaldo

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Lei obriga escolas a exibirem filmes nacionais mensalmente

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As escolas de todo o país são obrigadas a exibir filmes de produção nacional, no mínimo, duas horas por mês. A medida foi publicada hoje (27) no Diário Oficial da União.

Assinada pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.

A Lei 9.394, que estabele as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos que a música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais. A lei ainda estabelece como obrigatório, o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.

Blog Interior Informa.

TSE: Brasil vai ter 141,8 milhões de eleitores aptos a votar em outubro

Eleições 2014

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Marco Aurélio Mello, anunciou ontem (9) que houve crescimento de 4,43% no número de eleitores aptos a votar nas eleições de outubro. De acordo com balanço parcial divulgado pelo ministro, o pleito deste ano contará com 141,8 milhões de eleitores. Em 2010, foram 135,8 milhões, o que representa aumento de 6 milhões de eleitores. Os dados revelam ainda que foi superada a meta de cadastramento de eleitores pela biometria. As informações foram divulgadas após o fim do prazo para regularização do título de eleitor, na última quarta-feira (7). O balanço final será concluído até o dia 21 de julho.

Os números também mostram aumento de mais de 600% no número de solicitações de pessoas com deficiência para votar em seções especiais. De 1º de janeiro a 7 de maio, 1,04 milhões de eleitores fizeram o pedido na Justiça Eleitoral. Nas eleições de 2010, o número chegou a 148 mil. De acordo com o levantamento, houve diminuição de 47,32% no número de eleitores que pediram transferência de domicílio eleitoral. Neste ano, foram 1,13 milhão de transferências efetivadas, contra 2,13 milhões no pleito passado.

A Justiça Eleitoral também superou em 6,28% a meta de cadastrar 22 milhões de eleitores por meio da biometria. Até o dia 7 de maio, foram realizados 23,3 milhões de cadastros. Na eleição passada, a biometria foi usada para a identificação de 1,1 milhão.

O primeiro turno das eleições será no dia 5 de outubro.

Do Diário de Pernambuco

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POLÊMICA: Americano cria lista de motivos pelos quais odiou ter morado no BRASIL

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Um americano, casado com uma brasileira, morou em São Paulo por 3 anos. Depois dessa árdua experiência, ele voltou para sua terra natal e fez questão de criar uma lista de 20 motivos pelos quais odeia viver no Brasil. Um fórum gringo resolveu continuar essa lista e trouxe mais itens que os gringos odeiam no país. Confira:

1. Os brasileiros não têm consideração com as pessoas fora do seu círculo de amizades e muitas vezes são simplesmente rudes. Por exemplo, um vizinho que toca música alta durante toda a noite… E mesmo se você vá pedir-lhe educadamente para abaixar o volume, ele diz-lhe para você “ir se fud**”. E educação básica? Um simples “desculpe-me “, quando alguém esbarra com tudo em você na rua simplesmente não existe.

2. Os brasileiros são agressivos e oportunistas, e, geralmente, à custa de outras pessoas. É como um “instinto de sobrevivência” em alta velocidade, o tempo todo. O melhor exemplo é o transporte público. Se eles vêem uma maneira de passar por você e furar a fila, eles o farão, mesmo que isso signifique quase matá-lo, e mesmo se eles não estiverem com pressa. Então, por que eles fazem isso? É só porque eles podem, porque eles vêem a oportunidade, por que eles querem ganhar vantagem em tudo. Eles sentem que precisam sempre de tomar tudo o que podem, sempre que possível, independentemente de quem é prejudicado como resultado.

3. Os brasileiros não têm respeito por seu ambiente. Eles despejam grandes cargas de lixo em qualquer lugar e em todos os lugares, e o lixo é inacreditável. As ruas são muito sujas. Os recursos naturais abundantes, como são, estão sendo desperdiçados em uma velocidade surpreendente, com pouco ou nenhum recurso.

4. Brasileiros toleram uma quantidade incrível de corrupção nos negócios e governo. Enquanto todos os governos têm funcionários corruptos, é mais comum e desenfreado no Brasil do que na maioria dos outros países, e ainda assim a população continua a reeleger as mesmas pessoas.

5. As mulheres brasileiras são excessivamente obcecadas com seus corpos e são muito críticas (e competitivas com) as outras.

6. Os brasileiros, principalmente os homens, são altamente propensos a casos extraconjugais. A menos que o homem nunca saia de casa, as chances de que ele tenha uma amante são enormes.

7. Os brasileiros são muito expressivos de suas opiniões negativas a respeito de outras pessoas, com total desrespeito sobre a possibilidade de ferir os sentimentos de alguém.

8. Brasileiros, especialmente as pessoas que realizam serviços, são geralmente malandras, preguiçosas e quase sempre atrasadas.

9. Os brasileiros têm um sistema de classes muito proeminente. Os ricos têm um senso de direito que está além do imaginável. Eles acham que as regras não se aplicam a eles, que eles estão acima do sistema, e são muito arrogantes e insensíveis, especialmente com o próximo.

10. Brasileiros constantemente interrompem o outro para poder falar. Tentar ter uma conversa é como uma competição para ser ouvido, uma competição de gritos.

11. A polícia brasileira é essencialmente inexistente quando se trata de fazer cumprir as leis para proteger a população, como fazer cumprir as leis de trânsito, encontrar e prender os ladrões, etc. Existem Leis, mas ninguém as aplica, o sistema judicial é uma piada e não há normalmente nenhum recurso para o cidadão que é roubado, enganado ou prejudicado. As pessoas vivem com medo e constroem muros em torno de suas casas ou pagam taxas elevadas para viver em comunidades fechadas.

12. Os brasileiros fazem tudo inconveniente e difícil. Nada é simplificado ou concebido com a conveniência do cliente em mente, e os brasileiros têm uma alta tolerância para níveis surpreendentes de burocracia desnecessária e redundante.

13. Brasileiros pagam impostos altos e taxas de importação que fazem tudo, especialmente produtos para o lar, eletrônicos e carros, incrivelmente caros. E para os empresários, seguindo as regras e pagando todos os seus impostos faz com que seja quase impossível de ser rentável. Como resultado, a corrupção e subornos em empresas e governo são comuns.

14. Está quente como o inferno durante nove meses do ano, e ar condicionado nas casas não existe aqui, porque as casas não são construídas para ser herméticamente isoladas ou incluir dutos de ar.

15. A comida pode ser mais fresca, menos processada e, geralmente, mais saudável do que o alimento americano ou europeu, mas é sem graça, repetitivo e muito inconveniente. Alimentos processados, congelados ou prontos no supermercado são poucos, caros e geralmente terríveis.

16. Os brasileiros são super sociais e raramente passam algum tempo sozinho, especialmente nas refeições e fins de semana. Isso não é necessariamente uma má qualidade, mas, pessoalmente, eu odeio isso porque eu gosto do meu espaço e privacidade, mas a expectativa cultural é que você vai assistir (ou pior, convidar amigos e família) para cada refeição e você é criticado por não se comportar “normalmente” se você optar por ficar sozinho.

17. Brasileiros ficam muito perto, emocionalmente e geograficamente, de suas famílias de origem durante toda a vida. Como no #16, isso não é necessariamente uma má qualidade, mas pessoalmente eu odeio porque me deixa desconfortável e afeta meu casamento. Adultos brasileiros nunca “cortam o cordão” emocional e sua família de origem (especialmente as mães) continuam a se envolvido em suas vidas diariamente, nos problemas, decisões, atividades, etc. Como você pode imaginar, este é um item difícil para o cônjuge de outra cultura onde geralmente vivemos em famílias nucleares e temos uma dinâmica diferente com as nossas famílias de origem.

18. Eletricidade e serviços de internet são absurdamente caros e ruins.

19. A qualidade da água é questionável. Os brasileiros bebem, mas não morrem, com certeza, mas com base na total falta de aplicação de leis e a abundância de corrupção, eu não confio no governo que diz que é totalmente seguro e não vai te fazer mal a longo prazo.

20. E, finalmente, os brasileiros só tem um tipo de cerveja (aguada) e realmente é uma porcaria, e claro, cervejas importadas são extremamente caras.

CLIQUE E LEIA MAIS — Do Fórum — 21. A maioria dos motoristas de ônibus dirigem como se eles estivessem tentando quebrar o ônibus e todos dentro dele.

Do Tudo Para Homens

Blog Interior Informa

Blog de Jamildo: Justiça do Paraná aceita denuncia contra esquema de desvios na Refinaria Abreu e Lima

JUSTIÇA// LAVAGEM DE DINHEIRO

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O tão propalado esquema de desvios de recursos públicos na refinaria Abreu Lima, em Pernambuco, pode estar mais próximo de ser elucidado.

Nesta sexta-feira, no Paraná, a Justiça Federal aceitou uma denúncia contra o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e outras nove pessoas pelo crime de lavagem de dinheiro.

“A ação inclui o doleiro Alberto Youssef, De acordo com a justiça, há indícios de que todos eles, agora na condição de réus, participaram de um esquema de desvio de dinheiro público envolvendo a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, entre 2009 e 2014″, informa o site da Veja.

De acordo com a agência Brasil, o juiz Sergio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, recebeu a denúncia contra o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef por desvios de recursos públicos na construção da Refinaria Abreu e Lima, da Petrobras, em Pernambuco.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), os desvios na construção da refinaria ocorreram por meio de contratos superfaturados feitos com empresas que prestaram serviços à Petrobras entre 2009 e 2014.

Segundo o MP, a obra foi orçada em R$ 2,5 bilhões, mas custou mais de R$ 20 bilhões.

Conforme a investigação, os desvios tiveram a participação de Paulo Roberto Costa, então diretor de Abastecimento, e de Youssef, dono de empresas de fachada, segundo o órgão.

De acordo com o juiz, interceptações telefônicas confirmam indícios de desvios de recursos públicos.

“As provas de autoria em relação aos acusados Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa, cuja relação restou comprovada na interceptação telemática e telefônica e pelas buscas e apreensões realizadas na fase da investigação, autoriza, nessa fase, o reconhecimento da presença de provas suficientes de autoria”, decidiu Moro.

“O posicionamento de Paulo Roberto Costa nas duas pontas do esquema criminal, em uma como responsável pela construção da Refinaria Abreu e Lima, tanto na condição de Diretor de Abastecimento da Petrobrás como membro do Conselho de Administração da Refinaria Abreu e Lima, e, na outra, como beneficiário de parcelas das ‘comissões’ ou ‘repasses’, constantes nas planilhas MO/GDF [empresas ligadas ao doleiro Alberto Youssef], autoriza, nessa fase, o reconhecimento da presença de provas suficientes de autoria”, diz o juiz Sergio Moro em sua decisão de transformar todos os suspeitos em réus pelo crime de lavagem de dinheiro.

Na defesa prévia apresentada à Justiça, os advogados do ex-diretor afirmaram que os pagamentos recebidos das empresas do doleiro, identificados como repasses ou comissões, foram decorrentes de serviços de consultoria prestados. No entanto, de acordo com o juiz, a Polícia Federal e o Ministério Público não encontraram provas de que os serviços foram prestados.

“Paulo Roberto Costa persistiu recebendo e lavando valores provenientes dos desvios mesmo após deixar o cargo de Diretor de Abastecimento da Petrobrás, o que pode ser explicado, como afirma o MPF, pela sua eventual continuidade no Conselho de Administração da Refinaria Abreu e Lima, pela persistência de sua influência no mercado em questão e junto à empresa estatal e seus fornecedores e pela própria parceria estabelecida com Alberto Youssef”, diz o juiz Sergio Moro em sua decisão.

Segundo a Veja, para o juiz, há indícios de que o repasse dos recursos não tem justificativa econômica lícita, o que aponta para o superfaturamento na construção da Refinaria Abreu e Lima. De acordo com a acusação, as operações de usar empresas de Youssef para dar ares de veracidade à movimentação dos recursos desviados da refinaria configuram lavagem de dinheiro. “Alberto Youssef e Paulo Roberto seriam os líderes do grupo criminoso e seriam os principais responsáveis pela lavagem de dinheiro dos recursos desviados”, diz o Ministério Público.

Matéria original do Blog de Jamildo. Acesse!

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Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começa amanhã, (22)

A meta é imunizar pelo menos 80% de cada um dos grupos prioritários, o que representa cerca de 1,250 milhão de pessoas. A campanha vai até o dia 9 de maio

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começa na próxima terça-feira (22). No Rio, a Secretaria Municipal de Saúde, vai vacinar idosos, gestantes, crianças de 6 meses a 4 anos, mulheres no período de até 45 dias após o parto, indígenas, presos, doentes crônicos e profissionais de saúde, uma população- alvo que totaliza 1,563 milhão de indivíduos. A meta é imunizar pelo menos 80% de cada um dos grupos prioritários, o que representa cerca de 1,250 milhão de pessoas. A campanha vai até o dia 9 de maio.

Mais de 200 salas de vacinação em todos os centros municipais de Saúde e clínicas da Família estarão oferecendo a vacina, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no inverno passado (H1N1; H3N2 e influenza B), como recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS). As unidades funcionarão de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. No sábado, (26), será o Dia de Mobilização Nacional contra a Gripe, quando serão montados postos de vacinação avançados em igrejas, centros comunitários, creches, entre outros locais.

A novidade da campanha deste ano é a ampliação do público-alvo infantil. Na campanha passada, apenas as crianças de 6 a 23 meses recebiam a vacina. Este ano a faixa etária foi estendida até os 4 anos. As crianças precisarão tomar duas doses da vacina, sendo a segunda administrada nos postos de saúde 30 dias após a primeira. Para os portadores de doenças crônicas é necessária a apresentação de prescrição médica com a indicação do imunizante. Mulheres no pós-parto devem apresentar algum documento que comprove terem dado à luz no período previsto pela campanha.

A vacina é segura e é a melhor forma de evitar doenças graves, internações ou mesmo óbitos por complicações associadas à gripe. Estudos demonstram que a imunização pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza. Pessoas febris, portadores de doenças neurológicas, com história de alergia grave relacionada a ovo e reação a doses anteriores devem consultar um médico antes de tomar a vacina.

Do NE10

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Eduardo lança candidatura no dia 14 com Marina de vice, diz Folha de S. Paulo

POLÍTICA

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O governador Eduardo Campos (PSB) deve lançar a sua candidatura presidencial no dia 14 de abril, em Brasília, e já apresentar como vice a ex-senadora Marina Silva (PSB). Ao menos é o que diz reportagem do jornal Folha de S. Paulo deste sábado (29). Outros detalhes como horário e local ainda estariam sendo definidos pelo PSB.

Na próxima sexta-feira (4), Eduardo deve renunciar ao comando do Estado em favor do vice-governador João Lyra Neto (PSB) para se dedicar à campanha presidencial. De acordo com a coluna Painel, entre a renúncia e o lançamento da candidatura, Campos deve passar por um período “sabático”, dedicado à família.

Segundo a Folha, o lançamento da candidatura teria sido confirmado pelo deputado federal Beto Albuquerque, que é líder do PSB na Câmara e um dos articuladores nacionais de Eduardo. A ideia inicial seria que o governador intensificasse a agenda de percorrer o País após o anúncio.

No programa de TV do PSB que foi ao ar na última quinta (27), Eduardo já deu a dica de que a aliança eleitoral ocorrerá entre ele e Marina. “O povo brasileiro já sabe o que quer, ele quer é mudar. Ainda não sabe é que nós estamos juntos para ajudar nessa mudança”, afirmou, em dado momento.

No site Mudando o Brasil, mantido pelo PSB e pela Rede, há um encontro programático regional marcado para ocorrer em Brasília; porém, ao contrário dos demais, sem anúncio de data. As reuniões já ocorreram em Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador, e chegam a Manaus no dia 26.

Do Blog de Jamildo

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Organizadora do “Eu não mereço ser estuprada” recebe ameaças de estupro

Imagem/ Reprodução/ Site UOL

Imagem/ Reprodução/ Site UOL

A jornalista e escritora Nana Queiroz (28) é a responsável pela campanha “Eu não mereço ser estuprada”, que inundou as redes sociais nesta sexta, como uma resposta aos resultados de um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Ele revelou que 65,1% da população concorda total ou parcialmente que “mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas” e 58,5% concordam total ou parcialmente que “se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros”.

A campanha pediu que mulheres fotografassem a si mesmas, da cintura para cima, nuas ou não, reafirmando – com cartazes ou escrito em seu próprio corpo – que não merecem serem estupradas e circulassem as imagens pelas redes sociais com hashtags como #EuNãoMereçoSerEstuprada.

Pedi para Nana um texto sobre os resultados até agora. Se por um lado, há um engajamento crescente e uma vontade de muita gente de não mais aguentar em silêncio, de outro a constatação de que quando se tenta mudar essa realidade, o contra-ataque machista – vindo de homens e mulheres – é aterrador.

Verdadeiras e falsas coragens, por Nana Queiroz

Acordei de uma noite mal dormida e perturbada. Adormeci ao som das notificações de meu Facebook e acordei com elas. Desde que começou o protesto online “Eu Não Mereço Ser Estuprada”, nesta sexta, às 20h, recebi incontáveis ofensas. Homens me escreveram dizendo que me estuprariam se me encontrassem na rua, outros, que eu “preciso mesmo é de um negão de 50 cm” ou “uma bela louça para lavar”. Se ainda duvidava um pouco da verdade por trás da pesquisa do Ipea, segundo a qual 65% dos brasileiros acreditam que mulheres que mostram o corpo merecem ser atacadas, hoje acredito nela totalmente. Senti na pele a fúria revelada pela pesquisa.

Em algum momento hoje, depois que conseguir descansar um pouco, vou à Delegacia da Mulher denunciar as ameaças. Pior: vou delatar um sujeito, Cirilo Pinto, que não só confessou publicamente já ter cometido um estupro, mas afirmou que o faria novamente. Está aí o print screen da página dele, para quem duvidar. Espero que ele seja, ao menos, detido por incitar o estupro.

foto-sakamoto

Centenas de perfis falsos foram criados e nosso evento bombardeado com frases machistas, pesquisas preconceituosas e montagens com fotos do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) com dizeres ofensivos. Uma imagem dele ilustrou até um evento criado para promover um estupro coletivo. Caro deputado, pense: o senhor se tornou o ídolo de pessoas que defendem o estupro. Não será a hora de pôr a mão na consciência ou no coração?

Por outro lado, estou emocionada com o tamanho que a manifestação ganhou, não só pelo número de adesões, mas pela qualidade das postagens. Um resultado inesperado me comoveu ainda mais: Dezenas e dezenas de homens e mulheres contaram publicamente, muitos pela primeira vez, seus casos de estupro. Quanta coragem!

Alguns me escreveram privadamente para desabafar. Outros publicaram para milhares. Daiara Figueroa, creio eu, fez um dos relatos mais tocantes, contando como superou o trauma do abuso. Em sua foto, vestiu com orgulho um cocar, em homenagem a seu povo indígena.

Quero falar aqui, principalmente, a essas pessoas: vamos exorcizar isso juntos. Vocês nos inspiram, nos movem e comovem. Que o mundo tenha mais pessoas com a coragem legítima de Daiara e menos com a falsa coragem de Cirilo.

Do UOL

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